
Tamsaianka
Tamsaianka es un tejido sonoro entre las músicas indígenas colombianas, elementos de músicas contemporáneas y sonoridades de otros lugares del mundo. Este encuentro intercultural genera una experiencia a través de la cual, se invita a la audiencia a transitar por estados emotivos, festivos, contemplativos e introspectivos. Carlos Gómez Montoya interpreta flautas indígenas latinoamericanas, flautas asiáticas, la flauta traversa clásica europea y el saxofón. Jenny León Ochoa interpreta el piano y presenta momentos de danza. Gustavo Pérez Jiménez interpreta instrumentos de percusión latinoamericana y asiática. Algunos de sus conciertos son acompañados por la proyección de video, mezclado en vivo. Desde su conformación en el 2016, el grupo se ha presentado en diferentes escenarios de Colombia, Ecuador, Brasil, Panamá, México, República Dominicana, Canadá, España, Austria, Alemania, República Checa, Eslovaquia, Eslovenia, Turquía, Dinamarca y Grecia. La agrupación ha publicado cinco trabajos discográficos: Reflexiones de una selva frente al mar (2017), La pirámide de la laguna (2019), Danzando en la eternidad (2022), Corazón de tierra (2024) y Canto de Origen (2026) Los indígenas Muiscas del altiplano cundiboyacense llaman Tamsa a la ofrenda; los indígenas Wiwa de la Sierra Nevada de Santa Marta llaman Maianka a la música. Recogiendo el consejo de estos dos pueblos que nutren la vida, este grupo llama Tamsaianka a su ofrenda compuesta por Sonidos Ancestrales y Contemporáneos.
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Folclor Fusión
Contemporánea
Folclore Fusión
Descripción
Tamsaianka es un tejido sonoro entre las músicas indígenas colombianas, elementos de músicas contemporáneas y sonoridades de otros lugares del mundo. Este encuentro intercultural genera una experiencia a través de la cual, se invita a la audiencia a transitar por estados emotivos, festivos, contemplativos e introspectivos. Carlos Gómez Montoya interpreta flautas indígenas latinoamericanas, flautas asiáticas, la flauta traversa clásica europea y el saxofón. Jenny León Ochoa interpreta el piano y presenta momentos de danza. Gustavo Pérez Jiménez interpreta instrumentos de percusión latinoamericana y asiática. Algunos de sus conciertos son acompañados por la proyección de video, mezclado en vivo. Desde su conformación en el 2016, el grupo se ha presentado en diferentes escenarios de Colombia, Ecuador, Brasil, Panamá, México, República Dominicana, Canadá, España, Austria, Alemania, República Checa, Eslovaquia, Eslovenia, Turquía, Dinamarca y Grecia. La agrupación ha publicado cinco trabajos discográficos: Reflexiones de una selva frente al mar (2017), La pirámide de la laguna (2019), Danzando en la eternidad (2022), Corazón de tierra (2024) y Canto de Origen (2026) Los indígenas Muiscas del altiplano cundiboyacense llaman Tamsa a la ofrenda; los indígenas Wiwa de la Sierra Nevada de Santa Marta llaman Maianka a la música. Recogiendo el consejo de estos dos pueblos que nutren la vida, este grupo llama Tamsaianka a su ofrenda compuesta por Sonidos Ancestrales y Contemporáneos.
Música

Marcelo Cavalcante
Autodidata, o músico, produtor e compositor pernambucano Marcelo Cavalcante, começou a tocar violão aos 12 anos, tendo ingressado no Conservatório de Música de Olinda aos 19 anos, onde estudou harmonia, violão erudito, cavaquinho, guitarra e canto coral. Participou das oficinas de formação de orquestra de cordas dedilhadas na MIMO (Mostra Internacional de Música em Olinda) e de workshops com Naná Vasconcelos e Eumir Deodato. Logo interessou-se pela cultura popular e passou a pesquisar os ritmos pernambucanos como o Frevo, Coco, Maracatu e Ijexá. Como instrumentista, acompanhou mestres da cultura popular, como Mestre Ferrugem, com quem se apresentou em festivais como a Feira Música de Fortaleza, em 2012, e o Festival Contemporâneos, na Caixa Cultural, também no mesmo ano. Foi músico de Dona Glorinha do Coco, tocando cavaquinho, com quem se apresentou no Sesc Pompéia no projeto “Prata da Casa”, e no “Melhores do Ano”. Também acompanhou Dona Cila do Coco, no violão. Passou a participar de rodas de samba e resistência no sítio histórico de Olinda, como o Bêbado Samba. Alguns anos depois formou o Samba do Carcará, roda que homenageia João do Vale e faz releituras de sambas do show “Opinião” e outras canções do período da Ditadura Militar (1964-1985). Em 2013 começou a trabalhar em trilhas para teatro, e o primeiro espetáculo que participou foi “Os Severinos”, dirigido por Márcio Fecher e da trilha ao vivo da peça “Sistema 25” de Zé Manoel Sobrinho. Em 2016, a convite do diretor musical Samuel Lira, gravou violão e cavaquinho na trilha do espetáculo premiado “Vento Forte Para Água e Sabão”, de André Filho. Em 2014 formou a banda de apoio do Balé Cultural de Pernambuco, da qual foi instrumentista e diretor, participando de circulação internacional na Argentina e Uruguai, passando por cidades como Córdoba, Mendoza, Buenos Aires, e Montevideo. No ano seguinte também se apresentou com o mesmo projeto em dois cruzeiros internacionais. Passou alguns anos tocando nas noites de Pernambuco, onde participou de grupos de samba, choro, bossa nova e frevo, e em 2018 passou a dedicar-se a seu trabalho autoral, chegando a classificar-se para a eliminatória do FENAC (Festival Nacional da Canção) em Extrema/MG, com a música “Passeriforme”. No Carnaval de 2019, lançou o frevo-canção “Alto do Bonsucesso”, e ainda nesse ano, junto a Juvenil Silva, Marília Parente e Feiticeiro Julião, formou o coletivo itinerante “Avoada”, com influências dos movimentos de contracultura mundial e regionais como o Udigrudi e a Tropicália. Em dezembro lançou o compacto “O Lobo de seu Ego Infernal”, com duas canções e direção musical de Thiago Gadelha (Toca do Lobo Records). Em 2020 lançou o single "Enfermo", canção e produção da quarentena. Em março de 2021, lançou no YouTube a minissérie "Convida o Frevo", incentivada via Lei Aldir Blanc, que conta com cinco episódios e a participação de músicos relevantes da cadeia produtiva do frevo. No mesmo período, participou da coletânea de frevo contemporâneo "O Ano Que Não teve Carnaval" com o single "Alto do Bonsucesso". Em abril lançou o single “Esparsa”, canção em parceria com Juliano Holanda. Em outubro firmou parceria com o selo Cantores Del Mundo, lançando o single "No Quê da Vida", faixa que é prenúncio de seu primeiro EP “(In)Produtivo”, lançado no mesmo mês. Em 2022 lançou o single "Pitanga" e atualmente grava seu primeiro disco, “Rei Morto”, que deverá ser lançado no segundo semestre.
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MPB
Nueva Trova
Folclor Fusión
Descripción
Autodidata, o músico, produtor e compositor pernambucano Marcelo Cavalcante, começou a tocar violão aos 12 anos, tendo ingressado no Conservatório de Música de Olinda aos 19 anos, onde estudou harmonia, violão erudito, cavaquinho, guitarra e canto coral. Participou das oficinas de formação de orquestra de cordas dedilhadas na MIMO (Mostra Internacional de Música em Olinda) e de workshops com Naná Vasconcelos e Eumir Deodato. Logo interessou-se pela cultura popular e passou a pesquisar os ritmos pernambucanos como o Frevo, Coco, Maracatu e Ijexá. Como instrumentista, acompanhou mestres da cultura popular, como Mestre Ferrugem, com quem se apresentou em festivais como a Feira Música de Fortaleza, em 2012, e o Festival Contemporâneos, na Caixa Cultural, também no mesmo ano. Foi músico de Dona Glorinha do Coco, tocando cavaquinho, com quem se apresentou no Sesc Pompéia no projeto “Prata da Casa”, e no “Melhores do Ano”. Também acompanhou Dona Cila do Coco, no violão. Passou a participar de rodas de samba e resistência no sítio histórico de Olinda, como o Bêbado Samba. Alguns anos depois formou o Samba do Carcará, roda que homenageia João do Vale e faz releituras de sambas do show “Opinião” e outras canções do período da Ditadura Militar (1964-1985). Em 2013 começou a trabalhar em trilhas para teatro, e o primeiro espetáculo que participou foi “Os Severinos”, dirigido por Márcio Fecher e da trilha ao vivo da peça “Sistema 25” de Zé Manoel Sobrinho. Em 2016, a convite do diretor musical Samuel Lira, gravou violão e cavaquinho na trilha do espetáculo premiado “Vento Forte Para Água e Sabão”, de André Filho. Em 2014 formou a banda de apoio do Balé Cultural de Pernambuco, da qual foi instrumentista e diretor, participando de circulação internacional na Argentina e Uruguai, passando por cidades como Córdoba, Mendoza, Buenos Aires, e Montevideo. No ano seguinte também se apresentou com o mesmo projeto em dois cruzeiros internacionais. Passou alguns anos tocando nas noites de Pernambuco, onde participou de grupos de samba, choro, bossa nova e frevo, e em 2018 passou a dedicar-se a seu trabalho autoral, chegando a classificar-se para a eliminatória do FENAC (Festival Nacional da Canção) em Extrema/MG, com a música “Passeriforme”. No Carnaval de 2019, lançou o frevo-canção “Alto do Bonsucesso”, e ainda nesse ano, junto a Juvenil Silva, Marília Parente e Feiticeiro Julião, formou o coletivo itinerante “Avoada”, com influências dos movimentos de contracultura mundial e regionais como o Udigrudi e a Tropicália. Em dezembro lançou o compacto “O Lobo de seu Ego Infernal”, com duas canções e direção musical de Thiago Gadelha (Toca do Lobo Records). Em 2020 lançou o single "Enfermo", canção e produção da quarentena. Em março de 2021, lançou no YouTube a minissérie "Convida o Frevo", incentivada via Lei Aldir Blanc, que conta com cinco episódios e a participação de músicos relevantes da cadeia produtiva do frevo. No mesmo período, participou da coletânea de frevo contemporâneo "O Ano Que Não teve Carnaval" com o single "Alto do Bonsucesso". Em abril lançou o single “Esparsa”, canção em parceria com Juliano Holanda. Em outubro firmou parceria com o selo Cantores Del Mundo, lançando o single "No Quê da Vida", faixa que é prenúncio de seu primeiro EP “(In)Produtivo”, lançado no mesmo mês. Em 2022 lançou o single "Pitanga" e atualmente grava seu primeiro disco, “Rei Morto”, que deverá ser lançado no segundo semestre.
Música

Director Sociedad del Folclor Chileno, Pianista y Profesor de Piano
Inicia sus estudios de piano a los 6 años en la Academia de Música Aída Vidal Zbinden de Temuco, rindiendo exámenes anualmente con la pianista Frida Cohn. El 2009 comienza estudios de Psicología en la Universidad de la Frontera, obteniendo su título el año 2013. Ha perfeccionado sus estudios de Piano con la Pianista Pascuense Mahani Teave, el 2020 obtiene dipolomado en Composición Musical y Armonía en el Instituto de las Artes de Chile, Actualmente cursa un perfeccionamiento en metodología de enseñanza Pianística impartido por Fundación Pianos para Chile. con el Pianista Alexandros Jusakos. Ha ofrecido conciertos de Piano a nivel regional y nacional como solista y realizando música de cámara. En la actualidad, es miembro de la Sociedad del Folclor Chileno, siendo Coordinador de la sección de Piano del Archivo Alfonso Letelier, instancia formada por la Sociedad el 2022, en donde ha participado activamente en la difusión y registro de repertorio de compositores/as Nacionales. Es profesor de la Asociación Latinoamericana de Profesores de Piano (Alapp) Sede Sur Austral, participando en la gestión de actividades para los estudiantes como también facilitando charlas y talleres para músicos, en temáticas como Mindfulness para músicos, habilidades blandas, manejo del pánico escénico, entre otros. Además, como profesor, realiza clases en la Cátedra de Piano de la Academia de Artes Musicales de la Universidad Católica de Temuco, lugar donde se desempeña desde el 2018. Además, realiza clases de piano particulares, y como Psicólogo, se dedica a la formación de habilidades blandas, como el manejo del estrés, comunicación efectiva, trabajo en equipo, entre otros en la compañía NTT Data.
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Solistas
Descripción
Inicia sus estudios de piano a los 6 años en la Academia de Música Aída Vidal Zbinden de Temuco, rindiendo exámenes anualmente con la pianista Frida Cohn. El 2009 comienza estudios de Psicología en la Universidad de la Frontera, obteniendo su título el año 2013. Ha perfeccionado sus estudios de Piano con la Pianista Pascuense Mahani Teave, el 2020 obtiene dipolomado en Composición Musical y Armonía en el Instituto de las Artes de Chile, Actualmente cursa un perfeccionamiento en metodología de enseñanza Pianística impartido por Fundación Pianos para Chile. con el Pianista Alexandros Jusakos. Ha ofrecido conciertos de Piano a nivel regional y nacional como solista y realizando música de cámara. En la actualidad, es miembro de la Sociedad del Folclor Chileno, siendo Coordinador de la sección de Piano del Archivo Alfonso Letelier, instancia formada por la Sociedad el 2022, en donde ha participado activamente en la difusión y registro de repertorio de compositores/as Nacionales. Es profesor de la Asociación Latinoamericana de Profesores de Piano (Alapp) Sede Sur Austral, participando en la gestión de actividades para los estudiantes como también facilitando charlas y talleres para músicos, en temáticas como Mindfulness para músicos, habilidades blandas, manejo del pánico escénico, entre otros. Además, como profesor, realiza clases en la Cátedra de Piano de la Academia de Artes Musicales de la Universidad Católica de Temuco, lugar donde se desempeña desde el 2018. Además, realiza clases de piano particulares, y como Psicólogo, se dedica a la formación de habilidades blandas, como el manejo del estrés, comunicación efectiva, trabajo en equipo, entre otros en la compañía NTT Data.

Terno Carioca
O TERNO CARIOCA, formado por Lena Verani (clarineta), Pedro Aragão (bandolim e violão tenor) e Luiz Flavio Alcofra (violão), foi criado no ano de 2006 com o objetivo de interpretar a música brasileira em seus variados gêneros, em uma formação camerística que busca a excelência de arranjos e de sonoridade. O trio vem se apresentando com êxito em diversos palcos do Rio de Janeiro, como Sala Baden Powell, Sala FINEP, Festival de Primavera de Paraty, Casa Brasil Mestiço, Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Centro de Referência da Música Carioca, Teatro do BNDES, Teatro Municipal de Niterói, entre outros. Em 2009 o Terno Carioca gravou o seu primeiro CD, inteiramente dedicado à obra de Claudionor Cruz, um dos mais importantes compositores e instrumentistas brasileiros das décadas de 1940 e 1950, que em abril de 2010 teria completado 100 anos de vida. O disco, realizado através de uma parceria entre a Acari Records e o SESC, teve a participação especial das cantoras Zélia Duncan e Bia Paes Leme e de alguns dos mais importantes arranjadores do país, como Mauricio Carrilho, Paulo Aragão, Jayme Vignoli, Marcílio Lopes, Roberto Gnattali, Luiz Otávio Braga, Ignez Perdigão, Pedro Paes e Bia Paes Leme. Sobre o CD, diz a cavaquinista e compositora Luciana Rabello: “Tive a grata surpresa de ouvir a música de Claudionor Cruz – chorão admirável com quem tive a feliz oportunidade de tocar e aprender em diversas rodas de choro – tratada com requinte, bom gosto, delicadeza, respeito e comovente dedicação por esses notáveis músicos e amigos. Seus nomes passam a aumentar a seleta lista dos virtuoses do gênero. A execução desse trio traz riquezas e sutilezas ainda maiores pra já tão esmerada composição de Claudionor.”
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Samba
Choro
Descripción
O TERNO CARIOCA, formado por Lena Verani (clarineta), Pedro Aragão (bandolim e violão tenor) e Luiz Flavio Alcofra (violão), foi criado no ano de 2006 com o objetivo de interpretar a música brasileira em seus variados gêneros, em uma formação camerística que busca a excelência de arranjos e de sonoridade. O trio vem se apresentando com êxito em diversos palcos do Rio de Janeiro, como Sala Baden Powell, Sala FINEP, Festival de Primavera de Paraty, Casa Brasil Mestiço, Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Centro de Referência da Música Carioca, Teatro do BNDES, Teatro Municipal de Niterói, entre outros. Em 2009 o Terno Carioca gravou o seu primeiro CD, inteiramente dedicado à obra de Claudionor Cruz, um dos mais importantes compositores e instrumentistas brasileiros das décadas de 1940 e 1950, que em abril de 2010 teria completado 100 anos de vida. O disco, realizado através de uma parceria entre a Acari Records e o SESC, teve a participação especial das cantoras Zélia Duncan e Bia Paes Leme e de alguns dos mais importantes arranjadores do país, como Mauricio Carrilho, Paulo Aragão, Jayme Vignoli, Marcílio Lopes, Roberto Gnattali, Luiz Otávio Braga, Ignez Perdigão, Pedro Paes e Bia Paes Leme. Sobre o CD, diz a cavaquinista e compositora Luciana Rabello: “Tive a grata surpresa de ouvir a música de Claudionor Cruz – chorão admirável com quem tive a feliz oportunidade de tocar e aprender em diversas rodas de choro – tratada com requinte, bom gosto, delicadeza, respeito e comovente dedicação por esses notáveis músicos e amigos. Seus nomes passam a aumentar a seleta lista dos virtuoses do gênero. A execução desse trio traz riquezas e sutilezas ainda maiores pra já tão esmerada composição de Claudionor.”
Música

FUNDACIÓN CREACIONES ARTÍSTICAS Y ENSAMBLES DE PAZ
La Fundación Creaciones Artísticas y Ensambles de Paz – CREARENPAZ es una entidad sin ánimo de lucro cuya misión es promover la formación, creación, producción, promoción y circulación de las artes en sus diversas manifestaciones: música, danza, teatro, artes plásticas, artes audiovisuales y patrimonio. Su labor se centra en la gestión y ejecución de proyectos culturales y pedagógicos, haciendo especial énfasis en la infancia y la adolescencia, utilizando las artes como herramientas para la sana convivencia, la reconciliación y la construcción de paz. Desde su creación, la fundación ha trabajado en procesos de formación artística, así como en la dirección y ejecución integral de proyectos culturales. Además, se ha especializado en la producción y logística de eventos artísticos, ofreciendo servicios en producción técnica, diseño publicitario, realización audiovisual, montaje de escenarios, sonido e iluminación. Su labor incluye también la coordinación artística y la representación de artistas nacionales e internacionales, consolidando un portafolio integral orientado a la gestión cultural de alto impacto. A lo largo de su trayectoria, CREARENPAZ ha ejecutado cerca de 60 proyectos culturales en alianza con entidades públicas y privadas de orden municipal, departamental y nacional, fortaleciendo procesos de formación, circulación artística y preservación del patrimonio cultural. Entre estos se incluyen programas formativos en música, danza y teatro desarrollados en diversos municipios, así como iniciativas emblemáticas como el Concurso Nacional de Villancicos y el Festival Triétnico de Pueblo Rico, que han contribuido a la diversidad cultural y la participación comunitaria. Asimismo, la fundación cuenta con proyectos propios que se han consolidado como referentes en la región: • Festival Departamental de la Canción Voces de Risaralda, un espacio emblemático que en 2026 celebrará su XII versión, promoviendo la música popular, la trova y la parranda, y brindando oportunidades de visibilidad a artistas emergentes. • Festival Nacional de la Música Campesina, orientado a la salvaguardia y promoción de las expresiones sonoras tradicionales del campo colombiano. • Nuestra Historia, Patrimonio Cultural, que exalta las raíces y valores culturales del territorio. • Los Colores de Mi Tierra, una propuesta audiovisual que difunde la identidad y riqueza cultural del Eje Cafetero a través de narrativas innovadoras. En el período comprendido entre 2015 y 2025, la fundación ha ejecutado programas de impacto social y cultural que han fortalecido la participación comunitaria, el acceso a la cultura y la preservación de las tradiciones locales, consolidándose como un actor relevante en el ecosistema cultural regional.
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Folclor
Descripción
La Fundación Creaciones Artísticas y Ensambles de Paz – CREARENPAZ es una entidad sin ánimo de lucro cuya misión es promover la formación, creación, producción, promoción y circulación de las artes en sus diversas manifestaciones: música, danza, teatro, artes plásticas, artes audiovisuales y patrimonio. Su labor se centra en la gestión y ejecución de proyectos culturales y pedagógicos, haciendo especial énfasis en la infancia y la adolescencia, utilizando las artes como herramientas para la sana convivencia, la reconciliación y la construcción de paz. Desde su creación, la fundación ha trabajado en procesos de formación artística, así como en la dirección y ejecución integral de proyectos culturales. Además, se ha especializado en la producción y logística de eventos artísticos, ofreciendo servicios en producción técnica, diseño publicitario, realización audiovisual, montaje de escenarios, sonido e iluminación. Su labor incluye también la coordinación artística y la representación de artistas nacionales e internacionales, consolidando un portafolio integral orientado a la gestión cultural de alto impacto. A lo largo de su trayectoria, CREARENPAZ ha ejecutado cerca de 60 proyectos culturales en alianza con entidades públicas y privadas de orden municipal, departamental y nacional, fortaleciendo procesos de formación, circulación artística y preservación del patrimonio cultural. Entre estos se incluyen programas formativos en música, danza y teatro desarrollados en diversos municipios, así como iniciativas emblemáticas como el Concurso Nacional de Villancicos y el Festival Triétnico de Pueblo Rico, que han contribuido a la diversidad cultural y la participación comunitaria. Asimismo, la fundación cuenta con proyectos propios que se han consolidado como referentes en la región: • Festival Departamental de la Canción Voces de Risaralda, un espacio emblemático que en 2026 celebrará su XII versión, promoviendo la música popular, la trova y la parranda, y brindando oportunidades de visibilidad a artistas emergentes. • Festival Nacional de la Música Campesina, orientado a la salvaguardia y promoción de las expresiones sonoras tradicionales del campo colombiano. • Nuestra Historia, Patrimonio Cultural, que exalta las raíces y valores culturales del territorio. • Los Colores de Mi Tierra, una propuesta audiovisual que difunde la identidad y riqueza cultural del Eje Cafetero a través de narrativas innovadoras. En el período comprendido entre 2015 y 2025, la fundación ha ejecutado programas de impacto social y cultural que han fortalecido la participación comunitaria, el acceso a la cultura y la preservación de las tradiciones locales, consolidándose como un actor relevante en el ecosistema cultural regional.

Selo Primata
Descripción
Productor Artístico e Audiovisual

Juan Fernando Tuberquia Usuga
Cofundador de la corporación Indub Music y Director del componente educativo; Profesional Diseñador visual y Técnico en diseño gráfico publicitario. Se ha desempañado como: – Diseñador gráfico y visual para la Universidad EAFIT – Línea I + D en Informática Educativa – Facilitador en herramientas de diseño y multimedia en el área de tecnologías virtuales para el SENA – Coordinación equipo de diseño y multimedia y Apoyo en la construcción de la Ciudadela Universitaria Digital para la Institución Universitaria Pascual Bravo – Sapiencia / Alcaldía de Medellin.
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Descripción
Cofundador de la corporación Indub Music y Director del componente educativo; Profesional Diseñador visual y Técnico en diseño gráfico publicitario. Se ha desempañado como: – Diseñador gráfico y visual para la Universidad EAFIT – Línea I + D en Informática Educativa – Facilitador en herramientas de diseño y multimedia en el área de tecnologías virtuales para el SENA – Coordinación equipo de diseño y multimedia y Apoyo en la construcción de la Ciudadela Universitaria Digital para la Institución Universitaria Pascual Bravo – Sapiencia / Alcaldía de Medellin.

Francisco Martín Cunha Ilarraz
Francisco Martín Cunha Ilarraz (1982). Tallerista y Profesor de Música. Egresado del Instituto de Profesores Artigas. Comienza su formación musical en el Conservatorio Municipal de Música de Salto, estudiando allí guitarra y teoría-solfeo, continúa en Montevideo con varios docentes (Guzmán Escardó, Javier Cabrera, Matías Romero, etc.). Además, realiza la formación musical en la Escuela Municipal de Música de Montevideo, y distintos cursos de dirección y canto coral con reconocidos docentes nacionales e internacionales. Integra diversas murgas desde el año 1999, como director, arreglador y cantante (Porloca – Salto, La Turba – Muga Joven, Demimurga y Cayó la Cabra – Carnaval Profesional de Montevideo). Participa de varios talleres de murga, incluyendo específicamente sus aspectos técnicos, con Edú Lombardo, Pinocho Routín, entre otros. Desde su infancia canta en coros, desde los escolares pasando por el de Formación Docente, Siglo XXI y el Juvenil Santa Elena. Dirige el Coro Yulelé, y el Coro del TUMP y el Coro Cururú hasta la actualidad. Posee, además, formación en danzas folklóricas tradicionales, concurriendo, durante 12 años, a la Escuela de Danzas Folklóricas Ibirapitá obteniendo varios premios internacionales. Cuenta con 14 años de experiencia docente, desempeñándose como profesor de Música en educación inicial, primaria y secundaria, así como tallerista de niños, jóvenes y adultos. Forma parte del equipo del TUMP (Taller Uruguayo de Música Popular), desde el 2006, participando en los proyectos Infancia, Cultura, Murga Joven y Adulto Mayor. Integra actualmente el proyecto musical Los Ticholos; colectivo intérprete de música brasilera.
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Bossa Nova
Samba
Descripción
Francisco Martín Cunha Ilarraz (1982). Tallerista y Profesor de Música. Egresado del Instituto de Profesores Artigas. Comienza su formación musical en el Conservatorio Municipal de Música de Salto, estudiando allí guitarra y teoría-solfeo, continúa en Montevideo con varios docentes (Guzmán Escardó, Javier Cabrera, Matías Romero, etc.). Además, realiza la formación musical en la Escuela Municipal de Música de Montevideo, y distintos cursos de dirección y canto coral con reconocidos docentes nacionales e internacionales. Integra diversas murgas desde el año 1999, como director, arreglador y cantante (Porloca – Salto, La Turba – Muga Joven, Demimurga y Cayó la Cabra – Carnaval Profesional de Montevideo). Participa de varios talleres de murga, incluyendo específicamente sus aspectos técnicos, con Edú Lombardo, Pinocho Routín, entre otros. Desde su infancia canta en coros, desde los escolares pasando por el de Formación Docente, Siglo XXI y el Juvenil Santa Elena. Dirige el Coro Yulelé, y el Coro del TUMP y el Coro Cururú hasta la actualidad. Posee, además, formación en danzas folklóricas tradicionales, concurriendo, durante 12 años, a la Escuela de Danzas Folklóricas Ibirapitá obteniendo varios premios internacionales. Cuenta con 14 años de experiencia docente, desempeñándose como profesor de Música en educación inicial, primaria y secundaria, así como tallerista de niños, jóvenes y adultos. Forma parte del equipo del TUMP (Taller Uruguayo de Música Popular), desde el 2006, participando en los proyectos Infancia, Cultura, Murga Joven y Adulto Mayor. Integra actualmente el proyecto musical Los Ticholos; colectivo intérprete de música brasilera.

Farolcine Produções Ltda.
A Farolcine Produções iniciou suas atividades no ano de 2001 com seu fundador José Oliosi, produtor de cinema oriundo do movimento do Cinema Novo brasileiro.. Hoje a empresa tem como sócios Aurélio Oliosi (Produtor, Iluminador Cênico e Fotógrafo) e Madge Pontes de Miranda (Diretora de Produção em diversos filmes de longa metragem, séries de TV, documentários e festivais de cinema). A empresa é voltada para o mercado cultural, em geral, com larga experiência no mercado áudio visual e das artes cênicas. A Farolcine tem capacidade de produção em teatro, shows, feiras, televisão, tournées, música e cinema.
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Descripción
A Farolcine Produções iniciou suas atividades no ano de 2001 com seu fundador José Oliosi, produtor de cinema oriundo do movimento do Cinema Novo brasileiro.. Hoje a empresa tem como sócios Aurélio Oliosi (Produtor, Iluminador Cênico e Fotógrafo) e Madge Pontes de Miranda (Diretora de Produção em diversos filmes de longa metragem, séries de TV, documentários e festivais de cinema). A empresa é voltada para o mercado cultural, em geral, com larga experiência no mercado áudio visual e das artes cênicas. A Farolcine tem capacidade de produção em teatro, shows, feiras, televisão, tournées, música e cinema.

Festival Porteño de Fado y Tango
El Festival, convoca desde el año 2012 artistas de ambos géneros musicales originarios de Lisboa y Buenos Aires, Coimbra y Montevideo , fomentando el encuentro y cruces musicales. Que se mezclen y acerquen, los fadistas al tango y el tanguero/a al fado portugués. Se ha desarrollado en 2012, 2014, 2017, 2019 y 2021 con gran repercusión en Argentina y el mundo y en las últimas ocasiones con el apoyo del Mecenazgo de la Caba, siendo declarado de Interés Cultural por el Ministerio de Cultura de la Ciudad de Bs As y recibiendo el apoyo institucional en todas sus ediciones de la Embajada de Portugal en Buenos Aires, donde en su residencia se ha realizado brindis de bienvenida. También del Club Portugués que fue sede en 2014 y anfitrión en 2017 y el Centro Patria Portuguesa. Algunos de los Artistas que han participado desde el 1er Festival son: – Johana Copes (Docente de baile de salón),Marcelo Rojas DJ de Milonga – Cía de danza : Mas tango Almalusa (Comunidad Portuguesa local), Sol Cerquides y Fernando Gracia , Soledad Rivero (Tango, danza) – Percal Tango Karina Beorlegui y Los Primos Gabino – Karen Cogliandro (comunidad portuguesa local) Mariana Accinelli – Negro Falótico Luz de Lágrima Fadeiros Fados Ainda fado (Mar del Plata) – Zé Perdigao Lusitano ( Portugal) Né barandas ( Portugal) Jorge Prado ( Chile) – Fernanda Paulo (Portugal) Celia Fonseca (Comunidad Caboverdiana de La Plata) Mafalda Arnauth Paulo Valentín Hernán Lucero Lidia Borda Fados del sur de chile Chino Laborde Cucuza Castiello, Paulo Valentim y Bruno Costa (Casa de Fado Parreirinha do Alfama) Alfama, Lisboa, Portugal Mafalda Arnauth (Fadista Internacional desde Lisboa) Fundación Amália Rodrigues, Celia Fonseca (Lisboa, Fundación Amália) Ma. Ines Graça (Cpimbra, Portugal) Lidia Borda (Argentina), Marisa Vazquez (Tango, Argentina) Hernan Lucero (Tango, Bs As) entre otros…
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Descripción
El Festival, convoca desde el año 2012 artistas de ambos géneros musicales originarios de Lisboa y Buenos Aires, Coimbra y Montevideo , fomentando el encuentro y cruces musicales. Que se mezclen y acerquen, los fadistas al tango y el tanguero/a al fado portugués. Se ha desarrollado en 2012, 2014, 2017, 2019 y 2021 con gran repercusión en Argentina y el mundo y en las últimas ocasiones con el apoyo del Mecenazgo de la Caba, siendo declarado de Interés Cultural por el Ministerio de Cultura de la Ciudad de Bs As y recibiendo el apoyo institucional en todas sus ediciones de la Embajada de Portugal en Buenos Aires, donde en su residencia se ha realizado brindis de bienvenida. También del Club Portugués que fue sede en 2014 y anfitrión en 2017 y el Centro Patria Portuguesa. Algunos de los Artistas que han participado desde el 1er Festival son: – Johana Copes (Docente de baile de salón),Marcelo Rojas DJ de Milonga – Cía de danza : Mas tango Almalusa (Comunidad Portuguesa local), Sol Cerquides y Fernando Gracia , Soledad Rivero (Tango, danza) – Percal Tango Karina Beorlegui y Los Primos Gabino – Karen Cogliandro (comunidad portuguesa local) Mariana Accinelli – Negro Falótico Luz de Lágrima Fadeiros Fados Ainda fado (Mar del Plata) – Zé Perdigao Lusitano ( Portugal) Né barandas ( Portugal) Jorge Prado ( Chile) – Fernanda Paulo (Portugal) Celia Fonseca (Comunidad Caboverdiana de La Plata) Mafalda Arnauth Paulo Valentín Hernán Lucero Lidia Borda Fados del sur de chile Chino Laborde Cucuza Castiello, Paulo Valentim y Bruno Costa (Casa de Fado Parreirinha do Alfama) Alfama, Lisboa, Portugal Mafalda Arnauth (Fadista Internacional desde Lisboa) Fundación Amália Rodrigues, Celia Fonseca (Lisboa, Fundación Amália) Ma. Ines Graça (Cpimbra, Portugal) Lidia Borda (Argentina), Marisa Vazquez (Tango, Argentina) Hernan Lucero (Tango, Bs As) entre otros…
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