
Raquel Roriz
Raquel Roriz é uma jovem artista nordestina, cantora, compositora e instrumentista, nascida na Bahia nos anos 2000. Iniciou no mundo da música desde muito pequena, tendo a voz como seu primeiro instrumento, e estudou violoncelo entre 2007 e 2011. Cursou o curso de Música Popular na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e, em 2019, mudou-se de Salvador para o Vale do Capão, em busca de se conectar à potência de criação da arte com a natureza — onde passou a oferecer à comunidade aulas de canto e oficinas de composição, além de atuar como arranjadora e compositora. Em 2020, gravou o videoclipe de seu primeiro lançamento, “Picuinha” (Oxi Filmes). Em 2021, formou o duo Evapora ao lado do músico multi-instrumentista e produtor musical Pablo Molina, e no mesmo ano estreou seu show solo autoral “Andarilha” no festival BatukaNave, além de integrar a banda The Sweet Reggae nos vocais e no piano. Em 2022, gravou vocais para videoclipes das bandas Batu Alam e The Sweet Reggae, e lançou o single autoral “Picuinha” em todas as plataformas de streaming, produzido no estúdio Pedras Elementais. Ainda em 2022, ao lado de Pablo Molina, recebeu o Prêmio Iberoamericano de Criação de Canção pelo Chile, com a música “Mãe d’Água”, e realizou com o Evapora sua primeira turnê pelo litoral da Bahia, passando por 11 cidades em 4 meses. Em 2023, lançou “Canto em Espiral”, primeiro single do EP “Maré”, e foi selecionada entre os 50 finalistas do maior Festival de Música Autoral da Bahia, da Rádio Educadora FM. No mesmo ano, ingressou no grupo musical Vozes de Raiz. Em 2024, ao lado do Vozes de Raiz, Raquel realizou uma turnê de dois meses pela Itália, passando por mais de 8 cidades. Em 2025, apresentou-se com o mesmo grupo no Festival de Jazz do Capão. Com o Evapora, Raquel seguiu construindo uma trajetória de crescente reconhecimento: o lançamento dos EPs “Maré” (2024) e “Atemporal” (2025), a turnê internacional “Esfera d’Água” (Brasil, América Latina e Europa), e o single “Andarilha” (2026), que abre caminho para a estreia do duo no icônico Teatro Gamboa, em Salvador.
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Samba
MPB
Neo Soul / Nu Soul
(Roots) Reggae
Descripción
Raquel Roriz é uma jovem artista nordestina, cantora, compositora e instrumentista, nascida na Bahia nos anos 2000. Iniciou no mundo da música desde muito pequena, tendo a voz como seu primeiro instrumento, e estudou violoncelo entre 2007 e 2011. Cursou o curso de Música Popular na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e, em 2019, mudou-se de Salvador para o Vale do Capão, em busca de se conectar à potência de criação da arte com a natureza — onde passou a oferecer à comunidade aulas de canto e oficinas de composição, além de atuar como arranjadora e compositora. Em 2020, gravou o videoclipe de seu primeiro lançamento, “Picuinha” (Oxi Filmes). Em 2021, formou o duo Evapora ao lado do músico multi-instrumentista e produtor musical Pablo Molina, e no mesmo ano estreou seu show solo autoral “Andarilha” no festival BatukaNave, além de integrar a banda The Sweet Reggae nos vocais e no piano. Em 2022, gravou vocais para videoclipes das bandas Batu Alam e The Sweet Reggae, e lançou o single autoral “Picuinha” em todas as plataformas de streaming, produzido no estúdio Pedras Elementais. Ainda em 2022, ao lado de Pablo Molina, recebeu o Prêmio Iberoamericano de Criação de Canção pelo Chile, com a música “Mãe d’Água”, e realizou com o Evapora sua primeira turnê pelo litoral da Bahia, passando por 11 cidades em 4 meses. Em 2023, lançou “Canto em Espiral”, primeiro single do EP “Maré”, e foi selecionada entre os 50 finalistas do maior Festival de Música Autoral da Bahia, da Rádio Educadora FM. No mesmo ano, ingressou no grupo musical Vozes de Raiz. Em 2024, ao lado do Vozes de Raiz, Raquel realizou uma turnê de dois meses pela Itália, passando por mais de 8 cidades. Em 2025, apresentou-se com o mesmo grupo no Festival de Jazz do Capão. Com o Evapora, Raquel seguiu construindo uma trajetória de crescente reconhecimento: o lançamento dos EPs “Maré” (2024) e “Atemporal” (2025), a turnê internacional “Esfera d’Água” (Brasil, América Latina e Europa), e o single “Andarilha” (2026), que abre caminho para a estreia do duo no icônico Teatro Gamboa, em Salvador.
Música


1/4 de queso
1/4 DE QUESO es un proyecto musical originario de Metepec, Estado de México, fundado a finales de 2011. La banda propone un sonido fresco y enérgico, en el cual se le ha logrado imprimir la esencia de cada integrante de la banda y de cada una de sus influencias musicales, logrando crear fusiones únicas, pero siempre de la mano con el genero que los vio nacer, el ska.
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Ska Revival (2-Tone), Ska Punk & Skacore
Ska
Descripción
1/4 DE QUESO es un proyecto musical originario de Metepec, Estado de México, fundado a finales de 2011. La banda propone un sonido fresco y enérgico, en el cual se le ha logrado imprimir la esencia de cada integrante de la banda y de cada una de sus influencias musicales, logrando crear fusiones únicas, pero siempre de la mano con el genero que los vio nacer, el ska.
Música

Isa Tatagiba
Com mais de 15 anos de trajetória entre palcos de diversos lugares do mundo, Isa Tatagiba é cantora, compositora e instrumentista. Passeia por estilos que vão da Música Popular Brasileira ao Blues. Possuí um disco lançado nas principais plataformas de áudio na internet, chamado "Mil Cores" e é vocalista da banda de blues brasileira chamada Zimboro Blues. Além desses trabalhos, colabora em parcerias com diversos artistas em outros países.
Ver detallesIsa Tatagiba
MPB
Ambient House / Chill-Out
Descripción
Com mais de 15 anos de trajetória entre palcos de diversos lugares do mundo, Isa Tatagiba é cantora, compositora e instrumentista. Passeia por estilos que vão da Música Popular Brasileira ao Blues. Possuí um disco lançado nas principais plataformas de áudio na internet, chamado "Mil Cores" e é vocalista da banda de blues brasileira chamada Zimboro Blues. Além desses trabalhos, colabora em parcerias com diversos artistas em outros países.
Música

TARMAC
.TARMAC es una banda de Reggae de carácter consciente y críticoreflexivo, nacida en Colombia en el año 2005 por influencia de la música Jamaicana y de la cultura Rastafari. En escenario, sus líricas en diferentes idiomas (español, inglés, francés y potois) y su poderoso show explosivo de New Roots, Dancehall y Raggamuffin causan gran alegría y conmoción. A través de los años, ha logrado posicionarse como una de las bandas más representativas de Reggae a nivel nacional. Ha producido cinco (5) álbumes independientes: INNA GHETTO en 2006, TARMAC en 2010, MIX TAPE ESPECIAL EDITION en 2011, REGGAE MUSIC EVERY TIME en 2014, coproducido en los mejores estudios de Jamaica como Digital B, Anchor Studios y Tuff Gong International, entre otros y contiene colaboraciones de artistas nacionales e internacionales de la talla de Turbulence, Ricky Chaplin, Vysionaer, Alerta Kamarada, Laberinto E.L.C y la Tifa. En 2017 lanza un album titulado MASH DEM DOWN, el cual es nominado por Reggaeviloe dentro de los mejores del mundo al lado de artistas como Damian Marley, Chronixx, Protoje, Sizzla, entre otros. Fue ganadora del Festival Departamental de la Canción en Francés “CHANTECLAIR” 2006 organizado por la Alianza Francesa de Medellín. En 2016 realiza su primera gira internacional por los Estados Unidos visitando importantes ciudades como, Miami, New Orleans y Austin, participando en festivales importantes de la talla del South by Southwest (SXSW). En 2022 viaja por primera vez a Argentina y Chile, donde realiza una serie de conciertos y grabaciones junto a los artistas más representativos nacionalmente. TARMAC ha participado de los principales festivales del país, tales como festival Rock al Parque 2013, Rototom Reggae Contest Latino 2013, Jamming Festival 2014 y Car Audio Reggae Fest 2015, Estéreo Picnic 2016, Altavoz Internacional 2021, entre otros, compartiendo escenario con grandes expositores del Reggae y artistas de talla internacional tales como The Skatalites, Junior Kelly, Barrington Levy, Turbulence de Jamaica, Alborosie de Italia, Morodo de España, Kafu Banton y Barbero 507 de Panamá, Alika, Fidel Nadal y Pablito Molina de Argentina, por mencionar algunos. En el año 2010 TARMAC fundó una organización cultural de carácter social, la cual lleva su mismo nombre y está conformada por la asociación de diferentes empresas culturales, musicales, audiovisuales y juveniles que generan herramientas y espacios con el propósito de fortalecer y transformar el arte y la cultura de la ciudad, a través de la producción musical, la producción audiovisual, la producción de eventos, la comunicación y la gestión cultural.
Ver detallesTARMAC
(Roots) Reggae
Dancehall
Descripción
.TARMAC es una banda de Reggae de carácter consciente y críticoreflexivo, nacida en Colombia en el año 2005 por influencia de la música Jamaicana y de la cultura Rastafari. En escenario, sus líricas en diferentes idiomas (español, inglés, francés y potois) y su poderoso show explosivo de New Roots, Dancehall y Raggamuffin causan gran alegría y conmoción. A través de los años, ha logrado posicionarse como una de las bandas más representativas de Reggae a nivel nacional. Ha producido cinco (5) álbumes independientes: INNA GHETTO en 2006, TARMAC en 2010, MIX TAPE ESPECIAL EDITION en 2011, REGGAE MUSIC EVERY TIME en 2014, coproducido en los mejores estudios de Jamaica como Digital B, Anchor Studios y Tuff Gong International, entre otros y contiene colaboraciones de artistas nacionales e internacionales de la talla de Turbulence, Ricky Chaplin, Vysionaer, Alerta Kamarada, Laberinto E.L.C y la Tifa. En 2017 lanza un album titulado MASH DEM DOWN, el cual es nominado por Reggaeviloe dentro de los mejores del mundo al lado de artistas como Damian Marley, Chronixx, Protoje, Sizzla, entre otros. Fue ganadora del Festival Departamental de la Canción en Francés “CHANTECLAIR” 2006 organizado por la Alianza Francesa de Medellín. En 2016 realiza su primera gira internacional por los Estados Unidos visitando importantes ciudades como, Miami, New Orleans y Austin, participando en festivales importantes de la talla del South by Southwest (SXSW). En 2022 viaja por primera vez a Argentina y Chile, donde realiza una serie de conciertos y grabaciones junto a los artistas más representativos nacionalmente. TARMAC ha participado de los principales festivales del país, tales como festival Rock al Parque 2013, Rototom Reggae Contest Latino 2013, Jamming Festival 2014 y Car Audio Reggae Fest 2015, Estéreo Picnic 2016, Altavoz Internacional 2021, entre otros, compartiendo escenario con grandes expositores del Reggae y artistas de talla internacional tales como The Skatalites, Junior Kelly, Barrington Levy, Turbulence de Jamaica, Alborosie de Italia, Morodo de España, Kafu Banton y Barbero 507 de Panamá, Alika, Fidel Nadal y Pablito Molina de Argentina, por mencionar algunos. En el año 2010 TARMAC fundó una organización cultural de carácter social, la cual lleva su mismo nombre y está conformada por la asociación de diferentes empresas culturales, musicales, audiovisuales y juveniles que generan herramientas y espacios con el propósito de fortalecer y transformar el arte y la cultura de la ciudad, a través de la producción musical, la producción audiovisual, la producción de eventos, la comunicación y la gestión cultural.
Música

Diego Barrientos Vientos – Cumbia Raíz
Soy músico docente oriundo de Neuquén capital, actualmemte resido en la ciudad de La Plata, Buenos Aires. He realizado un gran recorrido por mas de 6 países latinoamericanos, durante 5 años, viviendo 3 años en Colombia, haciendo un profundo estudio del folclor latinoamericano, conectando con la raíz de los pueblos de nuestra sudamericana.
Ver detallesDiego Barrientos Vientos – Cumbia Raíz
Descripción
Soy músico docente oriundo de Neuquén capital, actualmemte resido en la ciudad de La Plata, Buenos Aires. He realizado un gran recorrido por mas de 6 países latinoamericanos, durante 5 años, viviendo 3 años en Colombia, haciendo un profundo estudio del folclor latinoamericano, conectando con la raíz de los pueblos de nuestra sudamericana.

Florencia Di Stéfano
Empecé a andar la música en mi infancia, de la mano de mi abuela. Soy Profesora de Música y Ludo educadora. Durante los años 2004 y 2008 integré el Carlos Aguirre Grupo. Formación con la cual realizamos giras por distintos puntos del país y Brasil. Participé en la grabación del disco Violeta, realizado en Rosario y Paraná en el año 2008. En el 2006 del cd “Orillania” junto a músicos/as latinoamericanos/as tales como Mono Fontana, Francesca Ancarola, Mónica Salmaso, entre otros. Junto a Silvia Salomone, Carina Netto, Valeria Martínez y Stella Sánchez, formamos el quinteto vocal e instrumental “Tamvos”. Durante diez años (2004-2014) trabajamos un repertorio de músicas populares latinoamericanas, hilando los arreglos y el hacer del grupo, de forma colectiva. Este tejido quedó plasmado en la grabación de nuestro primer cd, editado en el año 2012 y distribuido por el sello independiente Shagrada Medra. Tocamos en distintos puntos del país, compartimos con artistas como La Bomba de Tiempo y participamos de festivales como Cosquín, Fiesta Nacional del Mate, entre otros. Participé en la creación y dirección musical de “Violetas” Homenaje profundo a Violeta Parra (2012-2013) y del VII Música por la Identidad (2015). He realizado diversas capacitaciones en canto, percusión, música corporal, juego, lenguaje musical, lenguaje de ritmo y percusión con señas, con los/as profesores/as: Francesca Ancarola, Horacio López, Sandra Corizzo, Gustavo Cortés, Hilda Herrera, María del Carmen Aguilar, Juan Pablo Francisconi, José Piccioni, El choque urbano, entre otros. Participé como intérprete, arregladora y directora, en distintas formaciones y colectivos: “Confluencia”, “Suma Qamaña” (Música Afrocolombiana), “Vamoviendo” (música afro latinoamericana), “Cantautoras”, murga La Malparida, La Confusa, Rompeviola, La Conventillo, La Suculenta, Música por la Identidad, Eureka en Bandada, entre otros. Desde el 2016 integro el grupo Paragolpe, colectivo de artistas formados/as en diversas disciplinas: circo, danza, música, teatro y plásticas. Teniendo como punto de partida y puente de expresión al cuerpo, en octubre del 2017 estrenamos la obra de nuestra autoría “Eón”. En el 2017 fui seleccionada para formar parte del equipo de Artistas Referentes del Programa Escena Pública dependiente de la Secretaría de Cultura de la Universidad Nacional del Litoral y del Ministerio de Cultura de la Nación. Hace poco tiempo me animé a abrir la puerta para ir a jugar y hacer canciones mis vivencias. Acompañada en este camino por Compositoras de Entre Ríos, colectivo que integro desde el año 2020.
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Cantautor/Música de autor
Descripción
Empecé a andar la música en mi infancia, de la mano de mi abuela. Soy Profesora de Música y Ludo educadora. Durante los años 2004 y 2008 integré el Carlos Aguirre Grupo. Formación con la cual realizamos giras por distintos puntos del país y Brasil. Participé en la grabación del disco Violeta, realizado en Rosario y Paraná en el año 2008. En el 2006 del cd “Orillania” junto a músicos/as latinoamericanos/as tales como Mono Fontana, Francesca Ancarola, Mónica Salmaso, entre otros. Junto a Silvia Salomone, Carina Netto, Valeria Martínez y Stella Sánchez, formamos el quinteto vocal e instrumental “Tamvos”. Durante diez años (2004-2014) trabajamos un repertorio de músicas populares latinoamericanas, hilando los arreglos y el hacer del grupo, de forma colectiva. Este tejido quedó plasmado en la grabación de nuestro primer cd, editado en el año 2012 y distribuido por el sello independiente Shagrada Medra. Tocamos en distintos puntos del país, compartimos con artistas como La Bomba de Tiempo y participamos de festivales como Cosquín, Fiesta Nacional del Mate, entre otros. Participé en la creación y dirección musical de “Violetas” Homenaje profundo a Violeta Parra (2012-2013) y del VII Música por la Identidad (2015). He realizado diversas capacitaciones en canto, percusión, música corporal, juego, lenguaje musical, lenguaje de ritmo y percusión con señas, con los/as profesores/as: Francesca Ancarola, Horacio López, Sandra Corizzo, Gustavo Cortés, Hilda Herrera, María del Carmen Aguilar, Juan Pablo Francisconi, José Piccioni, El choque urbano, entre otros. Participé como intérprete, arregladora y directora, en distintas formaciones y colectivos: “Confluencia”, “Suma Qamaña” (Música Afrocolombiana), “Vamoviendo” (música afro latinoamericana), “Cantautoras”, murga La Malparida, La Confusa, Rompeviola, La Conventillo, La Suculenta, Música por la Identidad, Eureka en Bandada, entre otros. Desde el 2016 integro el grupo Paragolpe, colectivo de artistas formados/as en diversas disciplinas: circo, danza, música, teatro y plásticas. Teniendo como punto de partida y puente de expresión al cuerpo, en octubre del 2017 estrenamos la obra de nuestra autoría “Eón”. En el 2017 fui seleccionada para formar parte del equipo de Artistas Referentes del Programa Escena Pública dependiente de la Secretaría de Cultura de la Universidad Nacional del Litoral y del Ministerio de Cultura de la Nación. Hace poco tiempo me animé a abrir la puerta para ir a jugar y hacer canciones mis vivencias. Acompañada en este camino por Compositoras de Entre Ríos, colectivo que integro desde el año 2020.
Música

Asociacion Argentina de Percusion
La Asociación Argentina de Percusionistas (AAP) surge como una organización cuyo fin es convocar a los actores sociales y culturales de la percusión, músicos percusionistas, de todos los géneros y en todo el territorio nacional para contribuir a su desarrollo profesional, técnico, práctico y de gestión de esta actividad. A la vez, impulsar el trabajo colectivo en la identificación de las problemáticas propias de la actividad artística y cultural, promoviendo el conocimiento de los derechos y la elaboración de propuestas conjuntas para la resolución de las problemáticas del sector. Además, desde la perspectiva social y cultural la AAP se propone incentivar la producción cultural original y creativa y la participación social, considerando la cultura como herramienta de inclusión y transformación social.
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Descripción
La Asociación Argentina de Percusionistas (AAP) surge como una organización cuyo fin es convocar a los actores sociales y culturales de la percusión, músicos percusionistas, de todos los géneros y en todo el territorio nacional para contribuir a su desarrollo profesional, técnico, práctico y de gestión de esta actividad. A la vez, impulsar el trabajo colectivo en la identificación de las problemáticas propias de la actividad artística y cultural, promoviendo el conocimiento de los derechos y la elaboración de propuestas conjuntas para la resolución de las problemáticas del sector. Además, desde la perspectiva social y cultural la AAP se propone incentivar la producción cultural original y creativa y la participación social, considerando la cultura como herramienta de inclusión y transformación social.

TUPÁ Percusión Teatral
TUPÁ Percusión Teatral es referencia de percusión y música en directo en Extremadura. Nos especializamos en el teatro a pie de calle, convirtiendo cada espacio público en un espacio escénico en el que exponer nuestro arte. Somos creadores de los vestuarios y escenografías, así como de las composiciones musicales de nuestros espectáculos. Creemos que el teatro es una herramienta maravillosa que nos ayuda a reflexionar, a empatizar, a vivir emociones. Una herramienta que nos ayuda a cambiar el mundo y a nosotros mismos. La calle es nuestro gran teatro… Hemos crecido al aire libre en el mundo de las artes escénicas de la mano del clown. La experiencia de más de diez años interactuando con el público nos convierte en una poderosa compañía de teatro callejero.
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Descripción
TUPÁ Percusión Teatral es referencia de percusión y música en directo en Extremadura. Nos especializamos en el teatro a pie de calle, convirtiendo cada espacio público en un espacio escénico en el que exponer nuestro arte. Somos creadores de los vestuarios y escenografías, así como de las composiciones musicales de nuestros espectáculos. Creemos que el teatro es una herramienta maravillosa que nos ayuda a reflexionar, a empatizar, a vivir emociones. Una herramienta que nos ayuda a cambiar el mundo y a nosotros mismos. La calle es nuestro gran teatro… Hemos crecido al aire libre en el mundo de las artes escénicas de la mano del clown. La experiencia de más de diez años interactuando con el público nos convierte en una poderosa compañía de teatro callejero.
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