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LAST JERONIMO


Mexico

Solista

Nu Jazz / Electro Jazz

Electro Swing

Folclor Fusión

Estudió contrabajo en el Conservatorio de Música Clásica de la Universidad Veracruzana, como alumno del reconocido maestro polaco Andzrej Kalarus. Estudió guitarra y bajo en el Centro de Estudios de Jazz de la misma universidad. Años más tarde viaja Barcelona, donde aprende música flamenca en la Escuela de Guitarra Flamenca del maestro Joaquín Herrera. Asimismo, realizó un diplomado en neuromusicología, con el investigador belga Luc Dèlanoy, un diplomado en Etnomusicología con el canadiense Gerald Côte y el diplomado en Producción Musical del Berklee College of Music. Jerónimo ha realizado conciertos por todo México y en países como Chile, Brasil, Haití, Estados Unidos, Alemania, España, Israel, Rusia y ha colaborado con artistas como Jorge Pardo, Antonio Sánchez, Alejandro Sanz, Ojos de Brujo, Maria Toledo, Tim Ries, Rubén Albarrán, Espinoza Paz, Mon Laferte, Juan Solo, Jony Beltrán, Serko Fu, Bocafloja, Zal Sissohko, Axel Tosca, Godwin Louis, Omri Mor, Ilan Bar-Lavi, Orquesta Nacional de Jazz de México, entre otros. Cabe mencionar su participación en múltiples festivales internacionales como Vive Latino, Puerta de las Américas, Red Sea Jazz Festival, San Jose Jazz Festival, Duke Ellington Jazz Festival, Port-au-Prince Jazz Festival, Wassermusik Festival, entre otros. De igual manera, ha trabajado como productor con diferentes artistas y agrupaciones de la escena nacional e internacional para artistas de España, Venezuela, Chile, Portugal, Alemania, Francia, Israel, Estados Unidos, Canadá, Italia, Dinamarca, Guinea, etc. También en producciones cinematográficas, proyectos independientes y campañas publicitarias con National Geographic Channel, IMCINE, Televisa, TV Azteca, Earth X , ADO, IVEC, Museo del Chopo, entre otras.

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Conrado Vier


Brasil

Cantautor

Minha trajetória pessoal e profissional é marcada por uma deficiência física, pois nasci sem o antebraço esquerdo. Ainda assim, canto, toco violão e piano profissionalmente. Percebi que um violão adaptado poderia representar a minha inserção na música. Consegui adaptar uma tornozeleira que, com uma paleta fixa na ponta, me permite fazer acordes e até solos com o instrumento. E o piano, sem necessidade de adaptação. Antes de qualquer pré-julgamento, estava eu lá cantando, tocando e inspirando outras pessoas numa simples roda de conversa, no palco da minha escola ou no parque aqui da cidade. Na adolescência, comecei a investir em shows em bares, restaurantes e festas e a expandir os palcos do meu trabalho para além de Estrela.   Aos 14, iniciei uma banda de colégio chamada "Stark Blue". Com essa banda gravei a minha primeira música a “Liberdade dos pássaros”, com a qual participei de concursos promovidos por rádios e universidades.  Foi então que comecei a guardar o dinheiro dos meus shows para produzir o meu primeiro álbum em parceria com um músico conhecido no estado, o James Liberato. Chamado “Primeiro Passo”, tinha cinco composições próprias. Sentindo que ter o CD não era suficiente, mesmo contra a vontade dos meus pais, embarquei na minha primeira aventura musical.  Em 2009 fui avisado de que teria uma carona de caminhão para o Rio de Janeiro no dia seguinte. Sem pensar duas vezes, embarquei com o meu CD recém lançado. Cheguei no Rio com a mochila, os CDs, violão e gaita de boca. Passei a dormir em albergues ou na casa de pessoas dispostas a me ajudar. Tocar na orla carioca me proporcionou uma experiência nova, pois depois de ser indicado por um produtor, acabei concedendo uma entrevista para a Ana Maria Braga. Segui minha caminhada pelo Brasil. Em cada novo destino novos palcos, rádios e praias iam surgindo. Casado da estrada, decidi voltar para casa.  Logo após a transmissão da entrevista pela TV GLOBO, me estabeleci no Rio de Janeiro, São Paulo e Santos, realizando apresentações e palestras motivacionais em escolas e ONGs.  Dei entrevistas também em jornais locais e voltei a aparecer na TV. Fundei, no final de 2009, a “Conrado Vier e Banda”, e lancei outro CD, agora com 12 músicas reunidas no álbum “Música da Vida”. Divulguei esse trabalho em rádios e mídias locais. Também fui um astro do Rock in Rio, ainda que do lado de fora do estádio.  No Rio Grande do Sul, me formei em Canto na Faculdades EST, em São Leopoldo. Depois de ter vivido nas ruas do Brasil, conhecendo uma realidade diferente da outra, percebi que deveria expandir horizontes e comecei a faculdade de Direito para, assim, compreender a nossa sociedade e pensar na solução para os problemas cotidianos. Buscando novas experiências, em 2011 embarquei para os Estados Unidos, onde apresentei meu trabalho em inúmeras cidades. Nas ruas de Los Angeles conheci também um cara que se tornaria um grande amigo, Paulo Betti, com quem até hoje mantenho contato. Em 2014 fiz novas apresentações no Rio de Janeiro. Toquei em frente à FIFA FanFest do Rio, no Sarau da Casa da Gávea, comandado pelo ator Paulo Betti, onde me apresentei em duas ocasiões.  Durante este período iniciei a construção de um novo álbum, futuramente intitulado “Grow Up”. Com meu novo trabalho, dessa vez as músicas me levaram para Europa. Lá pude perceber nas ruas e praças o quanto a música era apreciada. Vivendo como mochileiro por mais de um mês e sobrevivendo do que ganhava nas ruas, passei por hostels e casas de quem ajudava. Ao retornar, voltei a tocar em frente a minha vida profissional no RS, onde trabalhei por quatro anos no SESI como como professor de canto coral, violão e teclado, repassando meu conhecimento para muitos alunos. Atuei como solista na Orquestra Jovem do SESI pelo projeto SESI-CATEDRAIS. Também atuei na Casa de Cultura de Estrela até 2017 como professor de Técnica Vocal e me apresentava nos eventos de final do ano com o Grupo Coral junto à Orquestra da Casa de Cultura. Após tantas experiências, lugares e pessoas, ainda integrei um grupo de música eletrônica chamado “No Pictures Live”, percorrendo várias festas do sul do Brasil. Hoje ainda faço parte do grupo “La Kombita”, de artes circenses. Em 2018, concluí o curso de Direito na Univates, posteriormente com pós em Direito Constitucional, e, atualmente, trabalho nessa instituição como produtor cultural desde 2014, estando junto com as produções do Teatro Univates, além de ter exercido também na Prefeitura de Estrela até 2020, na secretaria de cultura, essa atribuição que me ofereceu dar oportunidade de colocar em prática os conhecimentos que adquiri na universidade para fomentar a cultura local, pude estar à frente capacitando produtores e proporcionando editais como “Estrela Polar” e “Lei Emergencial da Cultura” de Estrela. Nesse tempo, também fiz parte como Secretario de Cultura do Diretório Central dos Estudantes. Fiz parte até 2019 do Conselho Municipal de Políticas Culturais de Estrela.

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Colegio Modesta Bor


Venezuela

Institución

Contribuir con el desarrollo integral de los estudiantes, en forma: intelectual, afectivo, social, físico, artístico, espiritual y con el auto descubrimiento de los talentos especiales de cada uno. Contribuir además con el apoyo de la cultura venezolana y universal por medio de la formación de personas reflexivas, críticas y creativas, capaces de interactuar con el entorno social y natural incidiendo en su transformación y enriquecimiento.

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Luciana Morelli


Argentina

Agrupación

Nuevo Folclor

Luciana Morelli (1990) es cantante, compositora y profesora de artes. Nació en Argentina pero se radicó en Basilea, Suiza, donde fue becada para estudiar una maestría en Jazz Performance en el Jazzcampus de la Musik Akademie Basel. Estudió canto e improvisación con Sandra Peralta, Luna Monti, Laura Hatton, Guadalupe Raventos, Marina Rama, Elisa Viladesau, Bárbara Togander y Lisette Spinnler; y composición con Edgardo Cardozo y Guillermo Klein. Participó de distintos workshops y masterclases dictadas por Roxana Amed, Cristine Correa, Dominic Eade, Dena DeRose, Bobby McFerrin, Gino Sitson, Judy Niemack y Norma Winstone, entre otros. En 2009 se recibió de Intérprete de Jazz Vocal en el Instituto de Música Popular del Sindicato Argentino de Músicos. También estudió artes en la Universidad de Buenos Aires donde se recibió de Profesora de Artes Combinadas, y trabajó como docente de canto en escuelas de enseñanza artística y escuela de música de enseñanza no oficial. Escribe (intermitentemente) sobre teatro y cine argentino en distintas revistas y páginas web especializadas, y compuso música para algunas obras de teatro, siendo su último trabajo la música de Suyay (Pilar Ruiz, Buenos Aires 2020-2021). Luciana Morelli quinteto (2012-2015), fue su primer proyecto como vocalista y compositora con el que grabó su primer disco, "Mandala" (2014) de standards de jazz y composiciones propias. El grupo, formado por Martín Ameconi/Ernesto Amstein (piano), Diego Uriarte (saxo), Santiago Lamisovski (contrabajo) y Guillermo Harriague (batería) con la participación especial de Juan Filipelli (guitarra), ganó el concurso "Música en Bares Notables de Buenos Aires 2015" y participó en el Festival Internacional de Jazz de Buenos Aires en 2015. Más tarde produjo Jazz at the movies (2015-2019), un espectáculo audiovisual de jazz y cine en el que Luciana Morelli (idea, producción, arreglos, voz), Ernesto Amstein (piano, arreglos y dirección musical), Nacho Szulga (bajo) y Pedro Ahets Etcheberry (batería) interpretan standards de jazz que han formado parte de la banda sonora de películas clásicas y modernas, con videos e imágenes de fondo que fueron editadas especialmente para el espectáculo por jazmín Nogueira y Sabrina Caruzo. Jazz at the Movies tuvo una actuación semanal desde 2016 en uno de los clubes de jazz más prestigiosos de la ciudad de Buenos Aires, Bebop Club, y participó en "Jazzología", un famoso ciclo semanal con más de 30 años de trayectoria en el Centro Cultural General San Martín (Buenos Aires). En 2018 ganó el concurso "Música en Bares Notables de la ciudad de Buenos Aires" y, en diciembre de 2017, realizó una gira por la provincia de Buenos Aires donde se presentó en centros culturales de las ciudades de Rauch, Tandil y en el Teatro Español de la ciudad de Azul. JATM ha contado con invitados especiales como Mariano Loiácono (trompeta), Andrés Hayes (saxo), Malena Pichot (voz) de Argentina, Lukas Kohler (trompeta), Philipp Hillebrand (clarinete) de Suiza y Kate Ortega (vibráfono) de Colombia. Actualmente, se presenta como Luciana Morelli, su proyecto como cantante y compositora junto a Philipp Hillebrand (clarinete y clarinete bajo), Mauricio Silva Orendain (piano), Sebastián de Urquiza/Snejana Prodanova (contrabajo) y Paulo Almeida (batería). En 2021 publicó "Lo abismal, el agua" (ears&eyes records), un álbum de canciones que van desde el jazz hasta el folclore argentino contemporáneo y la improvisación libre, cuyo nombre hace referencia al hexagrama del "I-Ching, el libro de las mutaciones". Esta vez, la artista buscó inspiración en poemas, viajes, fotografías, sueños y su propia experiencia relacionada con la migración, donde la figura del viaje está presente como experiencia de transformación y aprendizaje.

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EGuitar7


Peru

Compositor

British Blues & Blues Rock

Me inicié en la música desde los 12 años de edad, con mi primera guitarra acústica. Fue el punto importante para comenzar a llenarme del mundo de la música, iba siendo invitado a tocar con diferentes grupos en la ciudad de Chimbote. Conforme pasó el tiempo, formé mi banda y sacamos dos singles, en estos momentos soy compositor y me encuentro dando clases en línea.

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LA KUMBITA


Paraguay

Banda

Cumbia Tropical

La Kumbita es una banda musical, con 4 años de trayectoria.

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Aurelio Silva Sáez


Chile

Compositor

Contemporánea

Synth / Electronica

Compositor / Productor / Guitarrista / Profesor Universitario Sus composiciones han sido tocadas en diversos conciertos y festivales en Chile, Brasil, México, Cuba, Canadá, Francia, España, Italia y Alemania. Es guitarrista de las agrupaciones MediaBanda y ZET, y es productor y creador del sello Chamaca Records. Es Magíster en Artes con mención en Composición en la Pontificia Universidad Católica de Chile y cuenta con diplomados en Sonido para la Producción Musical y en Música Acusmática. Actualmente se desempeña como productor en CHT Estudios, y como profesor de Título en UNIACC y CHT Lab.

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Luis Chaparro


Paraguay

Compositor

Folclor Fusión

Cantautor/Música de autor

Baterista de larga trayectoria con mas de 30 años de carrera. Formo parte de muchas bandas de rock en los 90s como Síntesis, Krhizya, Violent Blue y Vertigos. Actualmente trabaja como sesionista de estudio de grabación y en vivo. Con mas de 200 discos grabados para Paraguay y otros países importantes. Tiene un disco de su autoría La Musica Que Me Gusta lanzado en el 2020.

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SERGIO BALTAR


Brasil

Compositor

MPB

Sertanejo

Sou compositor buscando apenas trazer alegria, entretenimento a qualquer pessoa através da minha arte musical. Não me importo se minha música vai agradar 01 pessoa ou o mundo todo, para mim 01 vida tem imenso valor e assim, se 01 pessoa for beneficiada como minha arte, então fico realizado profissionalmente.

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Centro Experimental Oído Salvaje / Red de Estudios Sonoros Latinoamericanos: teoría crítica de la cultura y las artes del sonido y la escucha desde el sur.


Ecuador

Trabajador Independiente

PhD Estudios Culturales Latinoamericanos, Magíster en Estudios Culturales (Mención Políticas Culturales). Investigadora, docente, artista. Fundadora de la "Red de Estudios Sonoros Latinoamericanos: teoría crítica de la cultura y las artes del sonido y la escucha desde el sur". Miembro fundador del Centro Experimental Oído Salvaje, tras sus trabajos de investigación acuña las categorías Estudios Sonoros Latinoamericanos (2004-2008); Régimen Colonial de la Sonoridad (2009-­‐2016); Biocolonialidad de la Sonoridad (2017-2020). Sus investigaciones la han posicionado como un referente dentro de los debates contemporáneos latinoamericanos sobre sonoridades, arte y cultura. Varias de sus publicaciones son: “Representación, poder y conocimiento”, artículo (Revista Asterisco, Colombia, 2007); UIO-­‐BOG, “Estudios Sonoros desde la Región Andina”, libro y sonografía (Trama Editores, Ecuador 2008); Estudios Sonoros en y desde Latinoamérica: del régimen colonial de la sonoridad a las sonoridades de la sanación (Investigación Doctoral que mereció su grado con distinción 2009-2016); “Desenganche”, co­autora (Ecuador, 2010); “Masculinidades Emergentes”, co­autora, (Ecuador, 2011); “Miradas Alternativas desde la diferencia y las subalternidades”, co‐autora (Editorial Abya-Yala, Ecuador, 2012); “Suena el capitalismo en el corazón de la selva”, Revista Nómadas 45 Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos – IESCO- (Colombia 2016) Revista Indexada. “Mis Manos Sonoras devoran la histérica garganta del mundo: sonoridades y colonialidad del poder” 2015‐06‐10 Calle 14 Vol 10, Núm 15 (2015): Arte y Manifestaciones Populares, 2145­ 0706, 2145-0706 LatindexPublindex (Índice de publicaciones seriadas científicas y tecnológicas colombianas) y en la Revista 98 PUCE1390, Latindex : folio21880, 55‐77. Sus ámbitos de acción se han destacado en los diferentes momentos del proceso de producción cultural y artística, incluyendo la gestión pública de políticas culturales y la investigación Su gestión ha posibilitado la concreción de proyectos nacionales e internacionales como ARTEA Residencia Sur Antártica y la creación de la UARTES- Universidad de las Artes, proyecto gestionado junto con Víctor Manuel Rodríguez Sarmiento. Ha sido docente en la Maestría de Estudios Culturales de la Universidad Andina Simón Bolívar; Directora Nacional de Artes y Creatividad; Asesora Viceministerio de Cultura y Patrimonio del Ecuador; Subsecretaria de Artes y Creatividad del Ministerio de Cultura y Patrimonio del Ecuador. Actualmente es docente invitada para dictar la cátedra Teorías Críticas de la Cultura y las Artes, en la Escuela de Posgrado de la Universidad de las Artes, Guayaquil-Ecuador. Ha colaborado en actividades docentes, encuentros, coloquios con facultades y carreras de las artes de algunas universidades del continente como la UNAM Universidad Nacional Autónoma de México; Universidad Iberoamericana Puebla México; Universidad Tres de Febrero UNTREF- Argentina; Universidad Nacional de Colombia; Universidad Central del Ecuador, University of California, Davis. Ganadora de la beca Principe Claus Fund 2008. Ha implementado así mismo planes, programas y proyectos para el campo expandido de las prácticas artísticas y creativas tales como la Plataforma RUAC Registró Único de Artistas y Gestores Culturales; Fondos Concursables; El Sistema Nacional de Festivales para las Artes y la Cultura. Productora General del Archivo Sonoro de Poesía Mano a Mano. páginas de interés: https://vimeocom/oidosalvaje http://antenas-intervencionesblogspotcom/ https://soundcloudcom/microcircuitos/sets/ecuador-centro-experimental-oido-salvaje-sonoridades-contemporaneas http://politicadecablesblogspotcom/ https://vimeocom/84258010 https://myspacecom/centroexperimentaloidosal/music/song/translux-mayra-estevez-7723110-7524294 http://poesiamanoamano.com/equipo/

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