
Por El Río
Desde los años 1970s el Hip Hop se convirtió en uno de los estilos más disruptivos de la música popular mundial. A través del uso del sampling nos propone un diálogo vivo entre la música del pasado, la del presente y la del futuro. Clásicos del soul , el R&B o el disco se mezclan con citas a canciones de moda del momento, o referencias a otros artistas vigentes de la escena. Esta serie de referencias que se resignifican convierten a este lenguaje en una especie de género hipertextual. Creemos que, inspirándonos en esta actitud, podemos contribuir al diálogo entre la música más ancestral de nuestro país. Buscamos crear piezas nuevas que tomen ideas inspiradas en (y hasta sampleadas de) músicas folklóricas antiguas para resignificarlas y volverlas parte de un nuevo hipertexto. Entre las legítimas opciones de estudiar al folklore argentino casi como un objeto arquitectónico, o actualizarlo a través de osados arreglos, ensayamos una tercera posición: tomarlo como una de nuestras materias primas.
Ver detallesPor El Río
Folclor Fusión
Folklore Sudamericano
Folclore
Descripción
Desde los años 1970s el Hip Hop se convirtió en uno de los estilos más disruptivos de la música popular mundial. A través del uso del sampling nos propone un diálogo vivo entre la música del pasado, la del presente y la del futuro. Clásicos del soul , el R&B o el disco se mezclan con citas a canciones de moda del momento, o referencias a otros artistas vigentes de la escena. Esta serie de referencias que se resignifican convierten a este lenguaje en una especie de género hipertextual. Creemos que, inspirándonos en esta actitud, podemos contribuir al diálogo entre la música más ancestral de nuestro país. Buscamos crear piezas nuevas que tomen ideas inspiradas en (y hasta sampleadas de) músicas folklóricas antiguas para resignificarlas y volverlas parte de un nuevo hipertexto. Entre las legítimas opciones de estudiar al folklore argentino casi como un objeto arquitectónico, o actualizarlo a través de osados arreglos, ensayamos una tercera posición: tomarlo como una de nuestras materias primas.
Música

Virginia Piscitelli
Folclor Fusión
Música de Cámara
Cantautor/Música de autor
Descripción
Independiente

Couraça Criações Culturais
A Couraça Criações Culturais é uma produtora cultural criada em 2016, que atua em na gestão de projetos de pesquisa, criação, formação e difusão em música, audiovisual e fotografia, com ênfase na valorização do patrimônio cultural imaterial e das expressões de matriz africana no Brasil, em interface com a contemporaneidade. Presta consultorias no campo das culturas populares, promoção de eventos artístico-culturais, capacitação e formação profissional artístico-cultural. Em 2016, a Couraça Criações Culturais assumiu a gestão da circulação de 60 shows por todo o Brasil, do concerto "Violas no Nordeste", que integrou a 18a edição do projeto “Sonora Brasil”, promovido pelo SESC. Em 2017, a empresa realizou o lançamento internacional do novo show do grupo musical instrumental baiano “Viola de Arame”, em Buenos Aires, Argentina. Este mesmo show foi promovido também na feira internacional WOMEX 2017 (The World Music Expo), na Polônia. Ainda em 2017, a Couraça foi contemplada com o IV Prêmio Nacional das Expressões Culturais Afro-Brasileiras (IV Prêmio Afro/Cadon), lançando em formato de livro-catálogo fotográfico e também em audio digital o projeto “Memórias Afro- Atlânticas: as gravações de Lorenzo Turner na Bahia (1940-1941)”. O projeto tem como objetivo repatriar e difundir no Brasil os acervos musicais e fotográficos colhidos em Salvador e Recôncavo Baiano pelo linguista afro americano Lorenzo Turner, no início da década de 1940, entre várias comunidades do candomblé baiano. A segunda edição do projeto está em fase de produção e foi contemplada em 2018 pelo “Rumos Itaú 2017-2018” e pelo edital “Bahia na Tela – 2017” (Irdeb/Prodav-2/FSA), para novos lançamentos em formatos impressos e audiovisuais. Em 2018, a Couraça foi uma das empresas baianas participantes da SXSW 2018, feira mundial de negócios das indústrias criativas, que acontece anualmente em Austin, Texas (EUA), e também da feira de negócios da música Atlantic Music Expo 2018, que acontece anualmente em Cabo Verde. Em 2019, a empresa foi contemplada em mais uma seleção de projetos do Audiovisual baiano (Edital Setorial de Audiovisual Secult-Ba/FSA 2019), para produção e lançamento de um longa- metragem sobre a cena rock dos anos 1990 na capital baiana. Em 2020, a Couraça segue em atividades de lançamento (ações de promoção e debates online) e distribuição (licenciamentos de obras audiovisuais, participação em festivais e mostras de cinema) do projeto “Memórias Afro- Atlânticas”, com destaque para a presença do documentário homônimo em festivais internacionais como o In-Edit, e nacionais como o Cine-PE.
Ver detallesCouraça Criações Culturais
Descripción
A Couraça Criações Culturais é uma produtora cultural criada em 2016, que atua em na gestão de projetos de pesquisa, criação, formação e difusão em música, audiovisual e fotografia, com ênfase na valorização do patrimônio cultural imaterial e das expressões de matriz africana no Brasil, em interface com a contemporaneidade. Presta consultorias no campo das culturas populares, promoção de eventos artístico-culturais, capacitação e formação profissional artístico-cultural. Em 2016, a Couraça Criações Culturais assumiu a gestão da circulação de 60 shows por todo o Brasil, do concerto "Violas no Nordeste", que integrou a 18a edição do projeto “Sonora Brasil”, promovido pelo SESC. Em 2017, a empresa realizou o lançamento internacional do novo show do grupo musical instrumental baiano “Viola de Arame”, em Buenos Aires, Argentina. Este mesmo show foi promovido também na feira internacional WOMEX 2017 (The World Music Expo), na Polônia. Ainda em 2017, a Couraça foi contemplada com o IV Prêmio Nacional das Expressões Culturais Afro-Brasileiras (IV Prêmio Afro/Cadon), lançando em formato de livro-catálogo fotográfico e também em audio digital o projeto “Memórias Afro- Atlânticas: as gravações de Lorenzo Turner na Bahia (1940-1941)”. O projeto tem como objetivo repatriar e difundir no Brasil os acervos musicais e fotográficos colhidos em Salvador e Recôncavo Baiano pelo linguista afro americano Lorenzo Turner, no início da década de 1940, entre várias comunidades do candomblé baiano. A segunda edição do projeto está em fase de produção e foi contemplada em 2018 pelo “Rumos Itaú 2017-2018” e pelo edital “Bahia na Tela – 2017” (Irdeb/Prodav-2/FSA), para novos lançamentos em formatos impressos e audiovisuais. Em 2018, a Couraça foi uma das empresas baianas participantes da SXSW 2018, feira mundial de negócios das indústrias criativas, que acontece anualmente em Austin, Texas (EUA), e também da feira de negócios da música Atlantic Music Expo 2018, que acontece anualmente em Cabo Verde. Em 2019, a empresa foi contemplada em mais uma seleção de projetos do Audiovisual baiano (Edital Setorial de Audiovisual Secult-Ba/FSA 2019), para produção e lançamento de um longa- metragem sobre a cena rock dos anos 1990 na capital baiana. Em 2020, a Couraça segue em atividades de lançamento (ações de promoção e debates online) e distribuição (licenciamentos de obras audiovisuais, participação em festivais e mostras de cinema) do projeto “Memórias Afro- Atlânticas”, com destaque para a presença do documentário homônimo em festivais internacionais como o In-Edit, e nacionais como o Cine-PE.

La Sebastiana
La Sebastiana es un proyecto de musica escrita por la cantautora chilena Sebastiana Martinez
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Cantautor/Música de autor
Reggaetón & Latin Rap
Descripción
La Sebastiana es un proyecto de musica escrita por la cantautora chilena Sebastiana Martinez
Música

Nadie es Profeta
Investigación sobre las disidencias y marginalidades en el chamame. Generamos contenido que resume nuestro trabajo como investigadores, en formato de videos y e-book
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Descripción
Investigación sobre las disidencias y marginalidades en el chamame. Generamos contenido que resume nuestro trabajo como investigadores, en formato de videos y e-book

Fernando Vigueras
Fernando Vigueras (México, DF 1981) es artista sonoro y músico especializado en prácticas y lenguajes experimentales. En su trabajo indaga sobre el uso objetual de instrumentos musicales para recrear modos concretos de producción sonora, a través de intervenciones en sitio específico, conciertos e instalaciones interactivas. Realizó estudios de maestría en interpretación musical con especialidad en guitarra, dentro del programa de posgrado de la UNAM. Su serie de instalaciones sonoras ‘Traslaciones’ fue presentada en la muestra homónima en el Centro Multimedia del CNA (2019). Participó en las exposiciones ‘La voz oculta de los objetos’ Callejón del ruido / Universidad de Guanajuato (2019) y ‘Modos de oír’, Laboratorio Arte Alameda / Ex Teresa Arte Actual (2018 / 2019). Ha sido becario del programa Jóvenes Creadores del FONCA en dos ocasiones en los rubros de música (2013) y multimedia (2016). Ha colaborado en distintos proyectos con artistas como Ricardo Castillo, Tania Bello, Carmina Escobar, Juan Pablo Villa, Remi Álvarez, Jaap Blonk, Dora Juárez, Burkhard Stangl, Mía Makela, Keith Rowe, David Stäckenas, Israel Martínez, Michel Doneda, Ute Wasserman y Lê Quan Ninh, entre otros. Forma parte del colectivo mexicano de improvisación Generación Espontánea y del ensamble multicultural Cuatro Minimal (Japón, Corea, México). Su trabajo se ha presentado en distintos estados de la República Mexicana, y en países como Austria, España, Japón, E.U., República Checa, Corea y Argentina.
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Contemporánea
Solistas
Descripción
Fernando Vigueras (México, DF 1981) es artista sonoro y músico especializado en prácticas y lenguajes experimentales. En su trabajo indaga sobre el uso objetual de instrumentos musicales para recrear modos concretos de producción sonora, a través de intervenciones en sitio específico, conciertos e instalaciones interactivas. Realizó estudios de maestría en interpretación musical con especialidad en guitarra, dentro del programa de posgrado de la UNAM. Su serie de instalaciones sonoras ‘Traslaciones’ fue presentada en la muestra homónima en el Centro Multimedia del CNA (2019). Participó en las exposiciones ‘La voz oculta de los objetos’ Callejón del ruido / Universidad de Guanajuato (2019) y ‘Modos de oír’, Laboratorio Arte Alameda / Ex Teresa Arte Actual (2018 / 2019). Ha sido becario del programa Jóvenes Creadores del FONCA en dos ocasiones en los rubros de música (2013) y multimedia (2016). Ha colaborado en distintos proyectos con artistas como Ricardo Castillo, Tania Bello, Carmina Escobar, Juan Pablo Villa, Remi Álvarez, Jaap Blonk, Dora Juárez, Burkhard Stangl, Mía Makela, Keith Rowe, David Stäckenas, Israel Martínez, Michel Doneda, Ute Wasserman y Lê Quan Ninh, entre otros. Forma parte del colectivo mexicano de improvisación Generación Espontánea y del ensamble multicultural Cuatro Minimal (Japón, Corea, México). Su trabajo se ha presentado en distintos estados de la República Mexicana, y en países como Austria, España, Japón, E.U., República Checa, Corea y Argentina.
Música

Arnold Santibañez
Punk Rock
Descripción
Productora Independiente Agrupación Cultural y Social Peuma

Allkunoir
Düo de flauta y piano dedicado al estrenop y difusión de obras mixtas de compositores argentinos.
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Contemporánea
Música de Cámara
Descripción
Düo de flauta y piano dedicado al estrenop y difusión de obras mixtas de compositores argentinos.
Música

Agencia Cultura Online
Agencia de comunicación y estrategia digital, realiza campañas de contenidos y lanzamientos digitales, formación y proyectos especiales dirigidos a artistas, profesionales y organizaciones culturales.
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Belén Pasqualini fusiona Música – Ciencia
Cantautora · Compositora · Actriz · Dramaturga · Directora Belén Pasqualini es una artista argentina cuya trayectoria se desarrolla en la intersección entre la música, las artes escénicas, la ciencia y la escritura. A través de una obra interdisciplinaria que integra investigación, creación musical y narración biográfica, explora las relaciones entre conocimiento científico, experiencia humana, identidad y perspectiva de género. Su trabajo se caracteriza por transformar historias de vida, figuras históricas y materiales de investigación en experiencias artísticas que acercan la ciencia al público desde una perspectiva sensible, musical y teatral. Licenciada en Artes Dramáticas por la Universidad Nacional de las Artes (UNA) y becaria Fulbright en Nueva York, se formó con destacados maestros de composición, canto, piano, lenguaje musical, guitarra, actuación y dramaturgia. Su recorrido combina la creación musical, la interpretación, la escritura y la dirección, con una marcada vocación por el desarrollo de proyectos originales y colaborativos. **MÚSICA, INVESTIGACIÓN Y CREACIÓN INTERDISCIPLINARIA** Como cantautora y compositora, editó tres álbumes solistas —*RULERA*, *MUDAR* y *AMAR ES ALGO SERIO*— y cuatro discos en colaboración: *MINA DE ALJUSTREL*, *EHOLA*, *FAROS* y *LO QUE VISTE EN LOS JARDINES*. Su segundo álbum, *MUDAR*, fue nominado a los Premios Gardel. En su producción musical conviven la canción de autor, la exploración sonora y el diálogo con distintas tradiciones culturales. En colaboración con el artista portugués Gonçalo Narciso, creó *MINA DE ALJUSTREL*, un proyecto que enlaza pop, fado y tradición musical en homenaje a la región del Bajo Alentejo. Su vínculo con Portugal también dio lugar a viajes dedicados a la escritura, dirección y puesta en escena de proyectos teatrales de fuerte impronta musical, entre ellos *LA LUNA ES LA LUNA EN BUENOS AIRES Y EN LISBOA* y *NA HORA DA BUCHA*, homenaje al canto alentejano y a los mineros de Aljustrel. En 2024 coescribió el libro de *EL CAMINO MENOS TRANSITADO*, una ópera contemporánea con música de Facundo Llompart y dirección de Betty Gambartes. Actualmente trabaja en la composición musical de nuevos proyectos artísticos. **CIENCIA, GÉNERO Y NARRATIVAS BIOGRÁFICAS** Una línea central de su trabajo es la exploración de historias de vida vinculadas con la ciencia, especialmente aquellas que permiten revisar el lugar de las mujeres y las identidades históricamente invisibilizadas en la construcción del conocimiento. Es autora y protagonista de *CHRISTIANE. UN BIO-MUSICAL CIENTÍFICO*, obra dedicada a la vida de su abuela, la investigadora y científica Christiane Dosne Pasqualini. El proyecto articula música original, actuación e investigación biográfica para acercar al público la trayectoria de una mujer fundamental de la ciencia. La obra recibió el Premio Hugo a Mejor Unipersonal Musical y superó las 500 funciones en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Panamá, México, Estados Unidos, España, Francia y Portugal. En 2024 estrenó *EL CAMINO MENOS TRANSITADO*, una ópera contemporánea que amplía su recorrido en la creación de obras musicales atravesadas por la investigación y la reflexión sobre la experiencia humana. Su más reciente creación, *(SeR) JAMES*, profundiza esta búsqueda mediante un cruce entre música, teatro y ciencia. El unipersonal aborda la vida de James Miranda Barry, médico del siglo XIX cuya historia permite explorar cuestiones vinculadas con la identidad, el género, la medicina y las convenciones sociales. La obra propone una aproximación artística a la historia de la medicina y a las preguntas que emergen cuando las biografías desafían las categorías establecidas. Tras su estreno en Buenos Aires, el proyecto se encuentra en desarrollo y proyección internacional. En el ámbito audiovisual, finalizó el rodaje de un largometraje documental en la casa museo del Premio Nobel Bernardo Houssay. Actualmente desarrolla, junto a Johanna Chieffo y Julieta Casini, una película biográfica sobre la vida de su abuela, Christiane Dosne Pasqualini, ampliando hacia el lenguaje cinematográfico una investigación artística que atraviesa su obra. Como actriz y creadora escénica, cuenta con una amplia trayectoria en el teatro comercial, independiente y oficial. Protagonizó el homenaje a Astor Piazzolla en el Teatro Colón, que convocó a más de 70.000 espectadores a lo largo de 40 funciones. Integró producciones como *BENITO DE LA BOCA*, en el Teatro de la Ribera del Complejo Teatral de Buenos Aires, trabajo por el que recibió nominaciones a los premios ACE y María Guerrero, y *MIRTHA: EL MITO*, en el Teatro Regina, bajo la dirección de José María Muscari. Como directora teatral, estuvo al frente del semimontado *LAS GRIEGAS*, protagonizado por María Rosa Fugazot, Edda Bustamante, Vicky Buchino y Graciela Pal. En el ámbito audiovisual, participó en series televisivas para Argentina y Latinoamérica, además de cortometrajes nacionales e internacionales. Su recorrido artístico integra creación musical, escritura, interpretación y dirección en proyectos que cruzan disciplinas y territorios. Desde el escenario hasta la pantalla, su trabajo propone nuevas formas de narrar la ciencia y las biografías, con especial atención a las experiencias de las mujeres y a las historias que amplían nuestra comprensión de la identidad, la memoria y el conocimiento.
Ver detallesBelén Pasqualini fusiona Música – Ciencia
Cabaret
Folclor Fusión
Cantautor/Música de autor
Vocal/Coral
Descripción
Cantautora · Compositora · Actriz · Dramaturga · Directora Belén Pasqualini es una artista argentina cuya trayectoria se desarrolla en la intersección entre la música, las artes escénicas, la ciencia y la escritura. A través de una obra interdisciplinaria que integra investigación, creación musical y narración biográfica, explora las relaciones entre conocimiento científico, experiencia humana, identidad y perspectiva de género. Su trabajo se caracteriza por transformar historias de vida, figuras históricas y materiales de investigación en experiencias artísticas que acercan la ciencia al público desde una perspectiva sensible, musical y teatral. Licenciada en Artes Dramáticas por la Universidad Nacional de las Artes (UNA) y becaria Fulbright en Nueva York, se formó con destacados maestros de composición, canto, piano, lenguaje musical, guitarra, actuación y dramaturgia. Su recorrido combina la creación musical, la interpretación, la escritura y la dirección, con una marcada vocación por el desarrollo de proyectos originales y colaborativos. **MÚSICA, INVESTIGACIÓN Y CREACIÓN INTERDISCIPLINARIA** Como cantautora y compositora, editó tres álbumes solistas —*RULERA*, *MUDAR* y *AMAR ES ALGO SERIO*— y cuatro discos en colaboración: *MINA DE ALJUSTREL*, *EHOLA*, *FAROS* y *LO QUE VISTE EN LOS JARDINES*. Su segundo álbum, *MUDAR*, fue nominado a los Premios Gardel. En su producción musical conviven la canción de autor, la exploración sonora y el diálogo con distintas tradiciones culturales. En colaboración con el artista portugués Gonçalo Narciso, creó *MINA DE ALJUSTREL*, un proyecto que enlaza pop, fado y tradición musical en homenaje a la región del Bajo Alentejo. Su vínculo con Portugal también dio lugar a viajes dedicados a la escritura, dirección y puesta en escena de proyectos teatrales de fuerte impronta musical, entre ellos *LA LUNA ES LA LUNA EN BUENOS AIRES Y EN LISBOA* y *NA HORA DA BUCHA*, homenaje al canto alentejano y a los mineros de Aljustrel. En 2024 coescribió el libro de *EL CAMINO MENOS TRANSITADO*, una ópera contemporánea con música de Facundo Llompart y dirección de Betty Gambartes. Actualmente trabaja en la composición musical de nuevos proyectos artísticos. **CIENCIA, GÉNERO Y NARRATIVAS BIOGRÁFICAS** Una línea central de su trabajo es la exploración de historias de vida vinculadas con la ciencia, especialmente aquellas que permiten revisar el lugar de las mujeres y las identidades históricamente invisibilizadas en la construcción del conocimiento. Es autora y protagonista de *CHRISTIANE. UN BIO-MUSICAL CIENTÍFICO*, obra dedicada a la vida de su abuela, la investigadora y científica Christiane Dosne Pasqualini. El proyecto articula música original, actuación e investigación biográfica para acercar al público la trayectoria de una mujer fundamental de la ciencia. La obra recibió el Premio Hugo a Mejor Unipersonal Musical y superó las 500 funciones en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Panamá, México, Estados Unidos, España, Francia y Portugal. En 2024 estrenó *EL CAMINO MENOS TRANSITADO*, una ópera contemporánea que amplía su recorrido en la creación de obras musicales atravesadas por la investigación y la reflexión sobre la experiencia humana. Su más reciente creación, *(SeR) JAMES*, profundiza esta búsqueda mediante un cruce entre música, teatro y ciencia. El unipersonal aborda la vida de James Miranda Barry, médico del siglo XIX cuya historia permite explorar cuestiones vinculadas con la identidad, el género, la medicina y las convenciones sociales. La obra propone una aproximación artística a la historia de la medicina y a las preguntas que emergen cuando las biografías desafían las categorías establecidas. Tras su estreno en Buenos Aires, el proyecto se encuentra en desarrollo y proyección internacional. En el ámbito audiovisual, finalizó el rodaje de un largometraje documental en la casa museo del Premio Nobel Bernardo Houssay. Actualmente desarrolla, junto a Johanna Chieffo y Julieta Casini, una película biográfica sobre la vida de su abuela, Christiane Dosne Pasqualini, ampliando hacia el lenguaje cinematográfico una investigación artística que atraviesa su obra. Como actriz y creadora escénica, cuenta con una amplia trayectoria en el teatro comercial, independiente y oficial. Protagonizó el homenaje a Astor Piazzolla en el Teatro Colón, que convocó a más de 70.000 espectadores a lo largo de 40 funciones. Integró producciones como *BENITO DE LA BOCA*, en el Teatro de la Ribera del Complejo Teatral de Buenos Aires, trabajo por el que recibió nominaciones a los premios ACE y María Guerrero, y *MIRTHA: EL MITO*, en el Teatro Regina, bajo la dirección de José María Muscari. Como directora teatral, estuvo al frente del semimontado *LAS GRIEGAS*, protagonizado por María Rosa Fugazot, Edda Bustamante, Vicky Buchino y Graciela Pal. En el ámbito audiovisual, participó en series televisivas para Argentina y Latinoamérica, además de cortometrajes nacionales e internacionales. Su recorrido artístico integra creación musical, escritura, interpretación y dirección en proyectos que cruzan disciplinas y territorios. Desde el escenario hasta la pantalla, su trabajo propone nuevas formas de narrar la ciencia y las biografías, con especial atención a las experiencias de las mujeres y a las historias que amplían nuestra comprensión de la identidad, la memoria y el conocimiento.
Música
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