Catálogo musical

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Héloa "Opará"


Brasil

Banda

Regional

O projeto tem o ritmo das águas e das marés como fio condutor principal. Ao todo, traz o imaginário do Rio São Francisco, a magia do sertão, dos povos ribeirinhos, dos saberes tradicionais das matrizes africanas e indígenas e das diversas formas de resistência. A direção artística é da própria cantora e quem assina a produção é o paulistano Zé Nigro e a coprodução o pernambucano Maurício Badé conhecidos também por trabalhos realizados com artistas como como Criolo, Russo Passapusso, Mestre Ambrósio, Anelis Assumpção, Alessandra Leão, Céu e outros Nas escolhas rítmicas, de timbres e instrumentos que marcam a base desse álbum, ataques, pandeirões, acordeon, sanfona trazem o samba duro, afroreggae, afrobeat, ijexá, forró. Tudo inspira-se, profundamente, na musicalidade Afroindígenas e nordestina brasileira em diálogo com a música negra produzida também em países como Cabo Verde, Angola, Cuba e Moçambique. Baixos, sons sintéticos e programações foram responsáveis por deixar a sonoridade ainda mais quente, com um toque new wage e eletrônico. Para somar nas diversas potências envolvidas, o multi instrumentista Webster Santos traz o violão de 7 cordas, viola, guitarra e banjo, além do toque especial dos músicos Maurício Fleury e Edy Trombone. "OPARÁ" Segundo álbum da cantora Héloa celebra a força das águas e a ancestralidade afroindígena e do nordeste do Brasil. "Opará é um ato político, além de ser uma obra musical de rara beleza. Mais acima de tudo, hoje, um ato necessário" " H E

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Música Teutoriograndense


Brasil

Compositor

Folclor

Regional

Sertanejo

A música TEOTORIOGRANDENSE é um gênero musical do Estado do Rio Grande do Sul e compreende músicas e composições nos dialetos alemão e italiano, bem como composições em português com letras em sotaque dos colonos e agricultores que residem no interior do estado gaúcho. Bruno Neher é descendente de alemães, seu pai veio da Alemanha e desde adolescente iniciou com seu irmão, Elmo Neher a cantar músicas em alemão nas rádios e festas locais na região Noroeste do Rio Grande do Sul, e em toda a circunvizinhança de Panambi, município em que nasceu. Em 1964 fundou o conjunto Os 3 Xirus. Em 2019 completou 77 anos de idade e 55 anos de carreira com 68 LPs e CDs gravados, e 2 DVDs, bem como 2 LPs gravados no Exterior, um em Portugal e outro na Argentina. Ganhou Disco de Ouro como Produtor. É autor de quase duas mil músicas gravadas sendo 800 no idioma alemão e no dialeto Hunsrückisch ( Riograndenser Hunsrückisch).

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Solista, camarista, orquestral e diretor artistico da Sociedad Boliviana de Música de Cámara


Brasil

Orquesta

Barroca

Solistas

Trompetista da OSESP, Bachiana Filarmônica e Portland Baroque Orquestra. Membro do Staunton Music Festival (Virginia), MostArts Festival (New York), Música Ocupa (Equador), Professor dos festivais Música nas Montanhas e Bauru e diretor artístico da sociedade Boliviana de Música de Camara.

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Ajítẹnà Marco Scarassatti


Brasil

Cantautor

Free Jazz / Avant-Garde (Jazz)

Ajítẹnà Marco Scarassatti é ọmọ awo Ifá, educador e um artista da escuta, atuando como compositor, artista sonoro e improvisador. É professor de Composição Musical na UFMG e autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons. Foi coordenador do curso de Formação Intercultural para Educadores Indígenas (FIEI FaE UFMG) e tem desenvolvido os projetos de pesquisa artística, Orixás Sonoros e Escutas do fim do mundo. Artista residente e curador das 15ª e 16ª temporadas do projeto QI – Quartas de Improviso, em Belo Horizonte, curador do Festival Irradia de Radioarte. Professor visitante na Union Theological Seminary, em Nova Iorque nos meses de janeiro e fevereiro de 2024, apresentou a performance Ajítẹnà, na James Chapel, em NY, em janeiro de 2024. Expôs sua escultura Èṣù, na exposição Virada Sônica, Farol Santander São Paulo, de 2024. Expôs sua escultura Ògún Lákáyé na exposição Arte Sonora ano 15, no Parque Lage, Rio de Janeiro, em 2024.Teve seu trabalho Mata (2023) selecionado na convocatória Sounds of Antrophocene, organizado pelo The New Museum of Networked Art, em Colônia, Alemanha, em 2024. Estreou sua peça Àtùpà no Theatro Municipal de São Paulo, no dia 30 de 2024 com a regência do maestro Ankush Kumar Bahl. Compôs a música original para os longas Praia Formosa, Julia de Simone, 80”- digital (2024) e Suçuarana, Clarissa Campolina e Sérgio Borges, 80’- digital (2024). Em 2013, realizou a instalação sonora RIO, em parceria com o artista plástico Fernando Ancil – exposição Escavar o Futuro, Belo Horizonte. Em 2016, foi artista comissionado para criar uma instalação sonora para a fachada do teatro Hellerau (Orixás Sonoros), durante o Festival Tonlagen, 2016. Em 2021 foi artista convidado e comissionado pelo Festival CULTUREESCAPES 2021 Amazonia, a co-criar a instalação MataBio, durante os meses de agosto à outubro, com Livio Tragtenberg. A instalação foi exposta no Museu Tinguely, em Basel. Participou da 34 edição da Bienal de São Paulo, ao lado de Mbé na performance de ativação da instalação deposição, de Daniel de Paula, Marissa Lee Benedict e David Rueter. Participou do Festival Novas Frequências apresentando o trabalho Ipade Nukukuña, em que reuniu o mestre de canto Huni Kuin Ibã Salles e a artista Quilombola, Maya Kilolo, em dezembro de 2025. Autor do texto sobre improvisação do catálogo educativo da 36 Bienal de São Paulo. É autor do álbum Isto dando Samba.

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NU (Naked Universe)


Brasil

Banda

Electropop

Indietronica & Chillwave

Criado em 2014 em São Paulo, o duo eletrônico pop experimental, NU (Naked Universe) congrega sons, ruídos, beats, melodias barrocas e elementos ritualísticos, além do jazz e da nova música brasileira, numa busca sonora atenta às questões urgentes do planeta e as lutas cotidianas, convocando forças, danças e consciências. Formado pela cantora, compositora e musicóloga brasiliense, Ligiana Costa e pelo compositor e produtor musical paulistano, Edson Secco, o NU lançou seu primeiro álbum homônimo 2015, chamando a atenção da mídia especializada no Brasil e no exterior. Além de passagens por importantes festivais no Brasil, como Cena Contemporânea de Brasília, Contato em São Carlos (SP), Universo Paralelo na Bahia e Exploratório (Sesc Pinheiros, SP) o NU se apresentou nas icônicas salas de Nova Iorque, Nublu e Meridian 23 e fez uma turnê por 15 salas e festivais na Europa. NU é também o sutil equilíbrio entre dois artífices musicais com carreiras consolidadas em diferentes campos artísticos. O multipremiado Edson Secco é um dos compositores de trilhas sonoras e sound designer de cinema mais requisitados do país e já trabalhou com diretores como Walter Salles, Gerald Thomas, Petra Costa e Eryk Rocha. A pós-doutora e pesquisadora em ópera premiada internacionalmente Ligiana Costa é cantora de formação barroca com dois discos solo lançados e shows ao lado de nomes como Gilberto Gil, Letieres Leite, Naná Vasconcelos e Karina Buhr. Em seu recém lançado segundo álbum, ATLÂNTICA (maio 2019) o duo foi buscar inspiração na natureza. Em sete dias de isolamento na Mata Atlântica, Ligiana e Edson impuseram a si mesmos a criação de uma música por dia: “Cada novo dia como o primeiro, e cada nova canção como o nascimento de um novo mundo”. Duas das sete faixas do álbum trazem participações muito especiais: “Kyrie” com a cantora e compositora paulistana Luiza Lian e o beatmaker carioca Nansy Silvvs (conhecido pela colaboração com Baco Exu do Blues) e “Cancion de Amor” com vocais do cantor, performer e produtor mineiro, São Yantó. O disco tem mixagem de Iuri Rio Branco e CESRV e foi masterizado pelo renomado produtor brasileiro radicado nos Estados Unidos, Felipe Tichauer, vencedor do Grammy Latino com o álbum “Mi reflejo” de Christina Aguilera. Ao vivo, NU é responsável por um impactante espetáculo multisensorial que recebe projeções de vídeo e contornos visuais do renomado artista VJ Micra aka Caio Fazolin, reforçando a vocação cinematográfica, performática e contemporânea da posta em cena. Para a turnê de ATLÂNTICA o duo investe na interação entre vídeo, cenografia, luz, figurino e performance, com uma forte presença tecnológica que funciona como um cristalizador do som: a frequência sonora e a poesia tomam forma; cenário e vídeo se fundem em uma experiência imersiva que reforça a poética e o ativismo espiritual do Naked Universe.

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CRON ENSEMBLE


Brasil

Ensamble

Contemporánea

Música de Cámara

Electroacoustic Music

O CRON ENSEMBLE iniciou seus trabalhos, em 2003, sob a direção de Marcos Nogueira e Yahn Wagner, professores de composição da Escola de Música da UFRJ. Desde então o CRON já realizou mais de 80 concertos, participando de alguns dos mais importantes eventos dedicados à música contemporânea no Brasil, tais como o Panorama da Música Brasileira Atual e a Bienal de Música Brasileira Contemporânea, da qual tem participado de todas as edições, de 2005 a 2019. Ensemble dedicado, particularmente, à interpretação da música brasileira contemporânea, o CRON já apresentou obras de mais de 30 compositores, de todas as gerações, e pretende, a partir de 2020, ampliar seu repertório com obras de compositores ibero-americanos.

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O Bom e Velho


Brasil

Agrupación

Britpop

O Bom e Velho é um programa de Youtube e um show que conta a história do período musical de 1963 a 1974 ,conhecida como a época de ouro do rock mundial. No repertório Beatles, Rolling Stones, Bob, Dylan, Mutantes, Led Zeppelin, Eric Clapton, Secos E Molhados entre outros.. Na voz, violoncelo , pandeiro e guitarra o lendário Mário Manga, conhecido pelo seu maravilhoso talento e bom humor incomparáveis. Na voz intensa, violão e ukuele a expert em rock'n roll Ana Deriggi. O show é idealizado e realizado somente pelo duo e a performance procura adaptar os arranjos originais sem perder a intensidade e energia do rock’n roll. O Projeto tem tem se apresentado em locais como Itaú Cultural(SP), com lotação esgotada onde mais de 100 pessoas de fora do show,SESC Florencio de Abreu,SESC Santana, Tupi Or Not Tupi,Bona, em Porto Alegre-RS, no Instituto Ling, com lotação esgotada e também com mais de 50 pessoas de fora do show, o que ocasionou um convite do SESC RS para retornar em Julho/2019 para celebrar a programação da Semana do Rock no SESC Centro em Porto Alegre

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Regional Segura o Dedo toca Manoel Moraes


Brasil

Agrupación

Show e oficina com o regional Segura o Dedo na Universidade de Aveiro, em Portugal.

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Fanfarra em Portugal


Brasil

Banda

Samba

Samba

A banda Fanfarra foi convidada a participar de um festival de samba e músicas brasileiras que acontece entre os dias 23 e 26 de julho de 2020 em Sesimbra, Portugal. É um festival tradicional e que atrai milhares de pessoas todos os anos. Além da apresentação musical a banda Fanfarra irá promover workshops no festival.

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