
Erika Ribeiro e Tatiana Parra
Talentosas e multi premiadas, a cantora Tatiana Parra e a pianista indicada ao Grammy Erika Ribeiro possuem uma longa trajetória musical. Nos últimos anos vem desenvolvendo um trabalho conjunto no qual passeiam pela música do mundo a partir de um ponto de vista regional, a música da América do Sul. Parra e Ribeiro são artistas que transitam livremente entre estilos. Aproveitando sua conexão com uma rica comunidade de compositores e músicos, realizaram uma ampla pesquisa que incluísse em seu repertório prioritariamente a música de mulheres compositoras, criando seus próprios arranjos e transcrições. O resultado é um projeto único que apresenta a profundidade musical do duo combinada com seu virtuosismo e refinamento em uma atmosfera intimista. A dupla acaba de lançar seu primeiro álbum ‘Entre Luas’ (pela Maritaca Discos, a convite da compositora Léa Freire), e prepara sua primeira turnê pela América Latina e Europa.
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Música de Cámara
Folclor
Descripción
Talentosas e multi premiadas, a cantora Tatiana Parra e a pianista indicada ao Grammy Erika Ribeiro possuem uma longa trajetória musical. Nos últimos anos vem desenvolvendo um trabalho conjunto no qual passeiam pela música do mundo a partir de um ponto de vista regional, a música da América do Sul. Parra e Ribeiro são artistas que transitam livremente entre estilos. Aproveitando sua conexão com uma rica comunidade de compositores e músicos, realizaram uma ampla pesquisa que incluísse em seu repertório prioritariamente a música de mulheres compositoras, criando seus próprios arranjos e transcrições. O resultado é um projeto único que apresenta a profundidade musical do duo combinada com seu virtuosismo e refinamento em uma atmosfera intimista. A dupla acaba de lançar seu primeiro álbum ‘Entre Luas’ (pela Maritaca Discos, a convite da compositora Léa Freire), e prepara sua primeira turnê pela América Latina e Europa.
Música

Associação Coletivo Cultural – Mídia NINJA / Nave Coletiva
Somos uma rede de comunicação livre que busca novas formas de produção e distribuição de informação a partir da tecnologia e de uma lógica colaborativa de trabalho. Entendemos a comunicação democrática como um direito humano e defendemos o interesse público, a diversidade cultural e o direito à informação, visibilizando pautas de comunicação, causas identitárias, cultura, meio ambiente, juventude e outras que dialogam com os desafios do século XXI. A Mídia NINJA foi fundada em 2013 e ganhou notoriedade durante as manifestações de junho que reuniram milhões nas ruas do Brasil. À ocasião realizou coberturas ao vivo de dentro dos protestos, com múltiplos pontos de vista invisíveis na mídia tradicional. Em 2016 foi uma das principais iniciativas de resistência na luta pelo fortalecimento da democracia em meio a instabilidade política. Hoje a rede engaja mais de 2 milhões de apoiadores e cerca de 500 pessoas diretamente envolvidas com o suporte de casas coletivas pelo Brasil. Em 2013, ganhou o Shorty Awards for our Social Media Profile. Nossa sede para programações artísticas em São Paulo é a NAVE Coletiva, centro cultural multi-uso com estrutura física para 300 pessoas, que já recebeu centenas de artivistas e diversos chefes de estado. É o lugar de encontro de todas as lutas e causas, onde é possível fazer brotar uma verdadeira floresta ativista, com seus afluentes e rios voadores, carregando nuvens de tecnologias sociais em uma experiência de autogestão e psicodelia política. Acesse: https://midianinja.org/ e https://navecoletiva.org/. Redes sociais: https://www.instagram.com/midianinja e https://www.instagram.com/navecoletiva/.
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Descripción
Somos uma rede de comunicação livre que busca novas formas de produção e distribuição de informação a partir da tecnologia e de uma lógica colaborativa de trabalho. Entendemos a comunicação democrática como um direito humano e defendemos o interesse público, a diversidade cultural e o direito à informação, visibilizando pautas de comunicação, causas identitárias, cultura, meio ambiente, juventude e outras que dialogam com os desafios do século XXI. A Mídia NINJA foi fundada em 2013 e ganhou notoriedade durante as manifestações de junho que reuniram milhões nas ruas do Brasil. À ocasião realizou coberturas ao vivo de dentro dos protestos, com múltiplos pontos de vista invisíveis na mídia tradicional. Em 2016 foi uma das principais iniciativas de resistência na luta pelo fortalecimento da democracia em meio a instabilidade política. Hoje a rede engaja mais de 2 milhões de apoiadores e cerca de 500 pessoas diretamente envolvidas com o suporte de casas coletivas pelo Brasil. Em 2013, ganhou o Shorty Awards for our Social Media Profile. Nossa sede para programações artísticas em São Paulo é a NAVE Coletiva, centro cultural multi-uso com estrutura física para 300 pessoas, que já recebeu centenas de artivistas e diversos chefes de estado. É o lugar de encontro de todas as lutas e causas, onde é possível fazer brotar uma verdadeira floresta ativista, com seus afluentes e rios voadores, carregando nuvens de tecnologias sociais em uma experiência de autogestão e psicodelia política. Acesse: https://midianinja.org/ e https://navecoletiva.org/. Redes sociais: https://www.instagram.com/midianinja e https://www.instagram.com/navecoletiva/.

BANDOLERAS DO CENTRO -OESTE
banda de música com mulheres instrumentistas e cantoras na região de Dourados, Mato Grosso do Sul, com enfoque decolonial e feminista, bem como uma abordagem intercultural envolvendo tanto artistas indígenas como não indígenas. Trata-se de uma importante iniciativa para promover a diversidade cultural e a igualdade de gênero.
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Regional
Descripción
banda de música com mulheres instrumentistas e cantoras na região de Dourados, Mato Grosso do Sul, com enfoque decolonial e feminista, bem como uma abordagem intercultural envolvendo tanto artistas indígenas como não indígenas. Trata-se de uma importante iniciativa para promover a diversidade cultural e a igualdade de gênero.

Warzyca
Desde temprana edad, comenzó sus estudios de violín a los 4 años en el Centro Suzuki y continuó su perfeccionamiento con el maestro Rafael Gintoli de 2013 a 2019. Su educación incluyó dos años en el Instituto Superior de Arte del Teatro Colón, donde obtuvo el título de músico de orquesta en 2017. En 2019, ingresó a la Escuela Superior de Música Reina Sofía en Madrid, donde completó su carrera en Enseñanzas Artísticas Superiores de Música en 2023 y un máster en interpretación en 2024, estudiando con renombrados maestros como Marco Rizzi y Sergey Teslia. Desde 2024, colabora como refuerzo en la Orquesta Sinfónica de Madrid, ampliando su experiencia en el ámbito orquestal profesional. Debutó como solista en 2019 con la Orquesta Sinfónica Nacional de Argentina, interpretando el Concierto N.º 2 de Wieniawski. Además, se presentó con la Orquesta Sinfónica de Bahía Blanca, la Orquesta Sinfónica de Río Negro, así como con la Orquesta Sinfónica de Florencio Varela y la Orquesta de Cámara de la Universidad Nacional de Lanús en Buenos Aires, entre otras. Entre 2015 y 2018, fue primer violín y concertino de la Orquesta Amadeus Radio FM 104.9 Cultura Musical en Buenos Aires. Ha sido miembro activo de varias orquestas jóvenes de renombre. Desde 2019, ha formado parte de la Orquesta Sinfónica Freixenet, dirigida por maestros como Andrés Orozco, Pablo González, Pablo Heras-Casado y David Afkham, y de la Orquesta de Cámara Freixenet, bajo la batuta de Sir András Schiff. Además, ha colaborado con la Sinfonietta de la Escuela Superior de Música Reina Sofía y la Camerata Fundación EDP, dirigida por Giovanni Guzzo, Paul Goodwin y Christoph Poppen. En 2021, participó en la gira del 30 aniversario de la Escuela Superior de Música Reina Sofía, actuando en el Teatro Real de Madrid, Reduta Hall en Bratislava, Liszt Ferenc Academy en Budapest y Musikverein en Viena. Ha participado en numerosos festivales de música internacionales. En 2023, actuó en "Le Concert Ideal" en París, Francia. En 2018, asistió al "Rencontres Musicales Internationales" en la Academia Menuhin, Suiza, y al International Festival "Schlossfestspiele Hohenprießnitz Machern" en Leipzig, Alemania. También formó parte del "Festival de Música" en Trancoso, Brasil, en 2017, y del "Festival Iguazú en Concierto" en Misiones, Argentina, en 2016. En 2012, fue seleccionada para la Suzuki Youth Orchestra of the Americas en Minneapolis, EE.UU. Su desarrollo profesional ha sido enriquecido por la participación en masterclasses con destacados músicos como Helena Poggio, Linus Roth, Ralf Gothóni, Christoph Poppen, Ingolf Turban, Viktor Tetriakov, Natalia Likhopoi, Maxim Vengerov, Oleg Kaskiv, Roman Lasocki, Konstanty Kulka, Gotthard Popp, Domenico Pierini, Paolo Chiavacci, Janna Lower, Elaine Klimasko y Erzhan Kulibaev. A lo largo de su carrera, ha sido reconocida por su talento en diversos concursos de interpretación musical. En 2018, obtuvo el primer premio en el Concurso de Intérpretes de Música Clásica "Dr. Tilo Rajneri" en Río Negro, Argentina, y en 2012, fue galardonada con el tercer premio en el concurso "Generation XXI" en Buenos Aires, Argentina.
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Clásica-Románticista
Contemporánea
Descripción
Desde temprana edad, comenzó sus estudios de violín a los 4 años en el Centro Suzuki y continuó su perfeccionamiento con el maestro Rafael Gintoli de 2013 a 2019. Su educación incluyó dos años en el Instituto Superior de Arte del Teatro Colón, donde obtuvo el título de músico de orquesta en 2017. En 2019, ingresó a la Escuela Superior de Música Reina Sofía en Madrid, donde completó su carrera en Enseñanzas Artísticas Superiores de Música en 2023 y un máster en interpretación en 2024, estudiando con renombrados maestros como Marco Rizzi y Sergey Teslia. Desde 2024, colabora como refuerzo en la Orquesta Sinfónica de Madrid, ampliando su experiencia en el ámbito orquestal profesional. Debutó como solista en 2019 con la Orquesta Sinfónica Nacional de Argentina, interpretando el Concierto N.º 2 de Wieniawski. Además, se presentó con la Orquesta Sinfónica de Bahía Blanca, la Orquesta Sinfónica de Río Negro, así como con la Orquesta Sinfónica de Florencio Varela y la Orquesta de Cámara de la Universidad Nacional de Lanús en Buenos Aires, entre otras. Entre 2015 y 2018, fue primer violín y concertino de la Orquesta Amadeus Radio FM 104.9 Cultura Musical en Buenos Aires. Ha sido miembro activo de varias orquestas jóvenes de renombre. Desde 2019, ha formado parte de la Orquesta Sinfónica Freixenet, dirigida por maestros como Andrés Orozco, Pablo González, Pablo Heras-Casado y David Afkham, y de la Orquesta de Cámara Freixenet, bajo la batuta de Sir András Schiff. Además, ha colaborado con la Sinfonietta de la Escuela Superior de Música Reina Sofía y la Camerata Fundación EDP, dirigida por Giovanni Guzzo, Paul Goodwin y Christoph Poppen. En 2021, participó en la gira del 30 aniversario de la Escuela Superior de Música Reina Sofía, actuando en el Teatro Real de Madrid, Reduta Hall en Bratislava, Liszt Ferenc Academy en Budapest y Musikverein en Viena. Ha participado en numerosos festivales de música internacionales. En 2023, actuó en "Le Concert Ideal" en París, Francia. En 2018, asistió al "Rencontres Musicales Internationales" en la Academia Menuhin, Suiza, y al International Festival "Schlossfestspiele Hohenprießnitz Machern" en Leipzig, Alemania. También formó parte del "Festival de Música" en Trancoso, Brasil, en 2017, y del "Festival Iguazú en Concierto" en Misiones, Argentina, en 2016. En 2012, fue seleccionada para la Suzuki Youth Orchestra of the Americas en Minneapolis, EE.UU. Su desarrollo profesional ha sido enriquecido por la participación en masterclasses con destacados músicos como Helena Poggio, Linus Roth, Ralf Gothóni, Christoph Poppen, Ingolf Turban, Viktor Tetriakov, Natalia Likhopoi, Maxim Vengerov, Oleg Kaskiv, Roman Lasocki, Konstanty Kulka, Gotthard Popp, Domenico Pierini, Paolo Chiavacci, Janna Lower, Elaine Klimasko y Erzhan Kulibaev. A lo largo de su carrera, ha sido reconocida por su talento en diversos concursos de interpretación musical. En 2018, obtuvo el primer premio en el Concurso de Intérpretes de Música Clásica "Dr. Tilo Rajneri" en Río Negro, Argentina, y en 2012, fue galardonada con el tercer premio en el concurso "Generation XXI" en Buenos Aires, Argentina.

Tunacola
Tunacola es el proyecto musical de Ricardo Luna (Valparaiso, 1980). Con 4 discos a su haber, 14 años de carrera y una serie de hitos, giras y premios a cuestas, Tunacola ha sabido construir un catálogo de canciones con un impresionante registro, que va pasa por el Hiphop, electro, disco, soundtracks de videojuegos, ambient, electrobaladas y funk, con un sonido fuertemente original, marcado por la nostalgia y los sintetizadores, con agudas letras que rozan, tangencial o directamente, la experiencia de vivir en una ola: El amor, las drogas, la política, el hedonismo y los sueños. Su historia está marcada por sus 4 discos: El primero, Tunacola (2011), marca un debut enérgico y desenfadado, con una formación en plan trío (secundado por Paz Court y Dj Caso). Inmediatamente empiezan a llamar la atención del medio nacional (y audiovisual; 5 de sus canciones fueron seleccionadas para formar parte del soundtrack de las películas "Joven y Alocada" y la trilogía "Que pena tu Vida). El segundo, Todos los Veranos del Mundo (2014), marca el inicio de una formación mayor (una banda de 7 integrantes), y del tratamiento conceptual de sus álbumes, siendo éste un viaje por las visiones e historias de nuestros veranos, reales o imaginarios. Fue además su puerta de entrada a audiencias latinoamericanas, en especial México, país que desde entonces supera en reproducciones mensuales a su Chile natal, y cuyo medio "Chilango" eligió al single "Danky" como la mejor canción del año 2015. El tercer álbum, En el Centro de la Fiesta está el Vacío… (2018), está fuertemente marcado por la experiencia personal de Richi, y son canciones de letras depuradas, narrativas y profundas, con sonoridades más rockeras y dándose licencia para explorar temáticas personales y por primera vez, explícitamente políticas. El cuarto LP, titulado Todo es Ceremonia en el Jardin Salvaje, fue estrenado el 5 de mayo de 2023. Con 17 canciones, y está dividido en 2 partes: Estructurado pensando en el "Album Blanco" de The Beatles, comparte su eclecticismo estilístico, en un viaje que navega desde el ambient, la balada y el punk rock, sin caer en el pastiche ni el collage amorfo, y explayándose con holgura en temas filosóficos, existenciales y nuevamente políticos, siendo reflejo de un país que atravesó convulsiones políticas y pandémicas a la vez. Fue seleccionado por el portal "Me Hace Ruido" como uno de los mejores discos en español en lo que va del año, y dos de sus canciones, antes de ser estrenadas dentro de la placa, ganaron 2 sendos primeros premios de composición Luis Advis, en los años 2019 y 2022.
Ver detallesTunacola
Dream Pop & Shoegaze
Electropop
Descripción
Tunacola es el proyecto musical de Ricardo Luna (Valparaiso, 1980). Con 4 discos a su haber, 14 años de carrera y una serie de hitos, giras y premios a cuestas, Tunacola ha sabido construir un catálogo de canciones con un impresionante registro, que va pasa por el Hiphop, electro, disco, soundtracks de videojuegos, ambient, electrobaladas y funk, con un sonido fuertemente original, marcado por la nostalgia y los sintetizadores, con agudas letras que rozan, tangencial o directamente, la experiencia de vivir en una ola: El amor, las drogas, la política, el hedonismo y los sueños. Su historia está marcada por sus 4 discos: El primero, Tunacola (2011), marca un debut enérgico y desenfadado, con una formación en plan trío (secundado por Paz Court y Dj Caso). Inmediatamente empiezan a llamar la atención del medio nacional (y audiovisual; 5 de sus canciones fueron seleccionadas para formar parte del soundtrack de las películas "Joven y Alocada" y la trilogía "Que pena tu Vida). El segundo, Todos los Veranos del Mundo (2014), marca el inicio de una formación mayor (una banda de 7 integrantes), y del tratamiento conceptual de sus álbumes, siendo éste un viaje por las visiones e historias de nuestros veranos, reales o imaginarios. Fue además su puerta de entrada a audiencias latinoamericanas, en especial México, país que desde entonces supera en reproducciones mensuales a su Chile natal, y cuyo medio "Chilango" eligió al single "Danky" como la mejor canción del año 2015. El tercer álbum, En el Centro de la Fiesta está el Vacío… (2018), está fuertemente marcado por la experiencia personal de Richi, y son canciones de letras depuradas, narrativas y profundas, con sonoridades más rockeras y dándose licencia para explorar temáticas personales y por primera vez, explícitamente políticas. El cuarto LP, titulado Todo es Ceremonia en el Jardin Salvaje, fue estrenado el 5 de mayo de 2023. Con 17 canciones, y está dividido en 2 partes: Estructurado pensando en el "Album Blanco" de The Beatles, comparte su eclecticismo estilístico, en un viaje que navega desde el ambient, la balada y el punk rock, sin caer en el pastiche ni el collage amorfo, y explayándose con holgura en temas filosóficos, existenciales y nuevamente políticos, siendo reflejo de un país que atravesó convulsiones políticas y pandémicas a la vez. Fue seleccionado por el portal "Me Hace Ruido" como uno de los mejores discos en español en lo que va del año, y dos de sus canciones, antes de ser estrenadas dentro de la placa, ganaron 2 sendos primeros premios de composición Luis Advis, en los años 2019 y 2022.
Música

Margarita Siempre Viva
Margarita Siempre Viva es una banda de Bello, Antioquia, que cumple diez años en 2027 y hace parte de la generación que renovó el rock paisa y consolidó el indie rock en Colombia. Nació en 2017 con la publicación de sus dos primeros discos, "Habitación de Flagelos en C" y "La luz que dejaste regar" . Su música combina rock alternativo, post-punk, lo-fi y matices pop, con letras que exploran la memoria, la soledad y las emociones cotidianas desde una melancolía juvenil de atmósferas nostálgicas. El sonido de la banda ha evolucionado en tres etapas. Empezó con las texturas crudas del lo-fi. Con "Un lugar más cierto" (2022) incorporó influencias de proyectos como Tame Impala y Parcels. Con "El Principio" (2025) se abrió a baladas, funk y pop sin perder su núcleo emocional. Alrededor de esa obra se ha formado una comunidad de jóvenes y adultos jóvenes, entre 18 y 35 años, que encuentran en la banda un refugio emocional y cultural frente al mainstream, y que viven la música como extensión de su identidad. Margarita Siempre Viva · 10 Años de Amor Reverberado · Ibermúsicas 2026 · 6/11 En Colombia, MSV se ha presentado en el Festival Estéreo Picnic (2019 y 2022), el Festival Cordillera (2023), la tarima principal de Altavoz (2023), Breakfest, el Festival Nuevas Voces y el Festival Centro, y ha abierto los conciertos de Franz Ferdinand (2019 y 2024) e Interpol (2024), con más de veinte presencias en festivales. En octubre de 2026 hará parte de la edición 30 de Rock al Parque, con lo que consolida su presencia en los festivales y con los promotores de referencia del país. Su álbum "Un lugar más cierto" ocupó el puesto 47 en la lista de los 50 mejores discos en español de 2022 de Rolling Stone, y su trabajo ha sido reseñado por Radiónica, Shock, Vice, El Espectador y El Colombiano. Su catálogo, de más de 75 canciones y más de diez colaboraciones, suma hoy 112.000 oyentes mensuales en Spotify, con audiencia registrada en más de 50 países.
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Post-Punk
Descripción
Margarita Siempre Viva es una banda de Bello, Antioquia, que cumple diez años en 2027 y hace parte de la generación que renovó el rock paisa y consolidó el indie rock en Colombia. Nació en 2017 con la publicación de sus dos primeros discos, "Habitación de Flagelos en C" y "La luz que dejaste regar" . Su música combina rock alternativo, post-punk, lo-fi y matices pop, con letras que exploran la memoria, la soledad y las emociones cotidianas desde una melancolía juvenil de atmósferas nostálgicas. El sonido de la banda ha evolucionado en tres etapas. Empezó con las texturas crudas del lo-fi. Con "Un lugar más cierto" (2022) incorporó influencias de proyectos como Tame Impala y Parcels. Con "El Principio" (2025) se abrió a baladas, funk y pop sin perder su núcleo emocional. Alrededor de esa obra se ha formado una comunidad de jóvenes y adultos jóvenes, entre 18 y 35 años, que encuentran en la banda un refugio emocional y cultural frente al mainstream, y que viven la música como extensión de su identidad. Margarita Siempre Viva · 10 Años de Amor Reverberado · Ibermúsicas 2026 · 6/11 En Colombia, MSV se ha presentado en el Festival Estéreo Picnic (2019 y 2022), el Festival Cordillera (2023), la tarima principal de Altavoz (2023), Breakfest, el Festival Nuevas Voces y el Festival Centro, y ha abierto los conciertos de Franz Ferdinand (2019 y 2024) e Interpol (2024), con más de veinte presencias en festivales. En octubre de 2026 hará parte de la edición 30 de Rock al Parque, con lo que consolida su presencia en los festivales y con los promotores de referencia del país. Su álbum "Un lugar más cierto" ocupó el puesto 47 en la lista de los 50 mejores discos en español de 2022 de Rolling Stone, y su trabajo ha sido reseñado por Radiónica, Shock, Vice, El Espectador y El Colombiano. Su catálogo, de más de 75 canciones y más de diez colaboraciones, suma hoy 112.000 oyentes mensuales en Spotify, con audiencia registrada en más de 50 países.
Música

Nícolas Madalena
Nícolas Madalena, músico e compositor atuante em Brasília, tem um trabalho com o violoncelo voltado para a música brasileira, desenvolvendo uma linguagem muito pessoal no instrumento. Após 6 meses de pesquisa e 2 anos de produção, lançou seu primeiro disco no Clube do Choro de Brasília, feito em homenagem ao lendário chorão Canhoto da Paraíba. O disco contém músicas inéditas, música autoral e músicas nunca antes regravadas. Além de destacar o cello e o violão tenor como instrumentos bem inseridos na linguagem do choro, também compõe para diversos instrumentos e linguagens.
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Choro
Instrumental / Jazz Brasileiro
Descripción
Nícolas Madalena, músico e compositor atuante em Brasília, tem um trabalho com o violoncelo voltado para a música brasileira, desenvolvendo uma linguagem muito pessoal no instrumento. Após 6 meses de pesquisa e 2 anos de produção, lançou seu primeiro disco no Clube do Choro de Brasília, feito em homenagem ao lendário chorão Canhoto da Paraíba. O disco contém músicas inéditas, música autoral e músicas nunca antes regravadas. Além de destacar o cello e o violão tenor como instrumentos bem inseridos na linguagem do choro, também compõe para diversos instrumentos e linguagens.

ANDRES BERMUDEZ
Compositor, arreglista, guitarrista, investigador, docente, gestor cultural y productor musical. He desarrollado proyectos de investigación y creación artística con ponencias en diferentes lugares del mundo. He trabajado en la creación y publicación de piezas y arreglos para orquesta, música de cámara, música tradicional y obras para guitarra; así como artículos de crítica musical y textos académicos en el campo de las artes
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Contemporánea
Descripción
Compositor, arreglista, guitarrista, investigador, docente, gestor cultural y productor musical. He desarrollado proyectos de investigación y creación artística con ponencias en diferentes lugares del mundo. He trabajado en la creación y publicación de piezas y arreglos para orquesta, música de cámara, música tradicional y obras para guitarra; así como artículos de crítica musical y textos académicos en el campo de las artes

Museo de la Comunicacion Regional, Facultad de Derecho y Ciencias Sociales, Universidad Nacional del Comahue.
Comunicador con experiencia en medios audiovisuales, cine, fotografía, televisión, radio, documentalista audiovisual y fotógrafo Etnográfico-Antropológico. Docente Universitario hace 31 años, de Comunicación Audiovisual, Cine y Fundamentos de Tecnología. Con la motivación de incorporar toda mi experiencia de campo y estudios en la educación pública. Cofundador y cocreador del “Museo de la Comunicación Regional” en la Facultad de Derecho y Ciencias Sociales de la Universidad Nacional del Comahue en Rio Negro Patagonia Argentina, 2020. Con el objetivo de preservar diversos registros y artefactos, sonoros y audiovisuales. Realizador documental.
Ver detallesMuseo de la Comunicacion Regional, Facultad de Derecho y Ciencias Sociales, Universidad Nacional del Comahue.
Descripción
Comunicador con experiencia en medios audiovisuales, cine, fotografía, televisión, radio, documentalista audiovisual y fotógrafo Etnográfico-Antropológico. Docente Universitario hace 31 años, de Comunicación Audiovisual, Cine y Fundamentos de Tecnología. Con la motivación de incorporar toda mi experiencia de campo y estudios en la educación pública. Cofundador y cocreador del “Museo de la Comunicación Regional” en la Facultad de Derecho y Ciencias Sociales de la Universidad Nacional del Comahue en Rio Negro Patagonia Argentina, 2020. Con el objetivo de preservar diversos registros y artefactos, sonoros y audiovisuales. Realizador documental.

Metele que son pasteles
La murga Metele que son Pasteles se forma en el año 2005, participando del encuentro de Murga Joven hasta el año 2009. A partir del año 2010, decidimos comenzar a ser parte del Concurso Oficial de Carnaval organizado por DAECPU, de forma ininterrumpida hasta la actualidad. Somos un colectivo cultural y artístico que trabaja de forma cooperativa y horizontal. Generamos espectáculos murgueros, apostando a una nueva forma de expresión.
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Murga
Descripción
La murga Metele que son Pasteles se forma en el año 2005, participando del encuentro de Murga Joven hasta el año 2009. A partir del año 2010, decidimos comenzar a ser parte del Concurso Oficial de Carnaval organizado por DAECPU, de forma ininterrumpida hasta la actualidad. Somos un colectivo cultural y artístico que trabaja de forma cooperativa y horizontal. Generamos espectáculos murgueros, apostando a una nueva forma de expresión.
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