Catálogo musical

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Paulinho Ferreira


Brasil

Compositor

Choro

Regional

Bebop

Sou Paulinho Ferreira, violonista profissional. Nas minha composições, tenho músicas cantadas e instrumentais, com influências de vários gêneros da música brasileira, indo da música regional, passando por influências do choro e também de outros estilos, incluindo internacionais, como jazz, flamenco, etc. Nos meus shows, canto, toco o violão e em algumas composições, faço percussão ao mesmo tempo, com os pés. Sou professor de violão clássico e popular e já produzi alguns festivais de violões aqui em Betim (cidade que resido atualmente, na grande BH). Estudei violão clássico no conservatório estadual Lobo de Mesquita em Diamantina e ampliei meus conhecimentos em vários cursos com músicos consagrados como, Toninho Horta, Márcio Okayama, Mozart Melo, Juarez Moreira, dentre outros. Arranjei e gravei algumas obras do músico Andersen Viana, além de ter revisado algumas de suas obras para violão. Ministro workshop de violão clássico e popular em escolas, empresas, particulares, prefeituras e outros.

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Serinny


Brasil

Cantautor

Cantautor/Música de autor

Urban Soul / Pop (Nu R&B I)

Deep House

Serinny é cantora e compositora independente brasileira. Iniciou sua trajetória na canção autoral com obras já distribuídas nas plataformas digitais, aprofundando progressivamente seu trabalho por meio do estudo de técnica vocal e da pesquisa em performance e consciência corporal — atualmente vinculada à formação em Mulheres em Performance Musical (UFPB). Seu trabalho atual converge para o projeto De Volta pra Mim, focado na consolidação da presença de palco, na maturidade cênica e na transposição do processo autoral para a performance ao vivo.

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Carlos Zimbher


Brasil

Compositor

Zimbher iniciou a carreira em Brasília (DF), onde nasceu Antonio Carlos Martins Lima nos anos 1970. Está radicado em S. Paulo desde 1997, onde convive com artistas diversos que o inspiram e ajudam a formar sua identidade como Ná Ozzetti e Arrigo Barnabé, por exemplo. Também têm trocado experiências e parcerias musicais com gente como os eternos Mulheres Negras (Maurício Pereira e André Abujamra), Ceumar, Tetê Espíndola e Ortinho, para citar alguns. Tem 5 discos autorais lançados. (1998), Coração Contemporâneo (2004) e Homem Nu (2014). Em outra frente, o Teatro, Zimbher é dramaturgo e autor de trilhas sonoras. Escreveu o musical Ópera Urbe – Peste Contemporânea (2016), para o Coletivo Ópera Urbe, onde trabalha dois textos de sua autoria: Política Cínica e Cardíaco Cardinal. É autor da trilha sonora do espetáculo AnonimAto, em cartaz com a paulistana Cia. Mungunzá de Teatro.

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Vivianne Franco


Brasil

Agrupación

Tango

Música de Cámara

Vivianne Franco é pianista graduada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA-USP e especializada em música de câmara e correpetição pela Académia Marshal de Barcelona/Espanha. No Brasil, participou de inúmeros projetos como artista convidada das Orquestras OSSA, OSESP e OSUSP, com apresentações nos principais Teatros do Brasil, América Latina e Europa. Também no Brasil, consolidou sua carreira em Teatro Musical, tendo participado de mais de 40 montagens brasileiras, inclusive como regente. Além de musicista, Vivianne é produtora musical e advogada especializada em Propriedade Intelectual.

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Mar de Esquinas


Brasil

Banda

Instrumental / Jazz Brasileiro

MPB

Grupo Musical instrumental comprometido com a musica do Clube da Esquina, acentuando os quesitos ritmicos brasileiros em suas apresentações. Unimos o tambor, o violão e os sopros para ampliarmos a divulgação e a fruição de uma música marcante para muito públicos mundo a fora.

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Ronaldo Soares


Brasil

Compositor

Modern Gospel

(Early) Pop Rock & Power Pop

Ronaldo Soares é compositor, músico e educador musical brasileiro, com trajetória dedicada à música cristã. Seu trabalho autoral combina elementos do rock cristão, pop rock e música contemporânea, com composições marcadas por espiritualidade, reflexão e experiências humanas. Em 2026, lançou o projeto “Intimidade”, reunindo canções autorais que exploram temas como fé, restauração, entrega e relacionamento com Deus.

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Banda Lixo Sonoro


Brasil

Agrupación

Indie Folk & Freakfolk / New Weird America

A Lixo Sonoro é uma banda de música experimental surgida em 2015, no bairro dos Pimentas, em Guarulhos (SP), a partir de Leandro Almeida, Deivison, David Pará e Jonatas Souto, então integrantes da Pepper’s Band. Vindos da periferia e atravessados por experiências acadêmicas, urbanas e culturais distintas, os integrantes encontraram na música uma forma de transformar vivências, inquietações e observações do cotidiano em uma linguagem própria. Desde sua origem, a banda recusou a ideia de se limitar a um único gênero. Rock, reggae, MPB, jazz, pop, hardcore e experimentação convivem em seu repertório, entre composições autorais, releituras e diferentes referências culturais. Suas músicas procuram registrar comportamentos, relações, contradições e experiências da vida urbana, aproximando-se muitas vezes da ideia de crônicas de seu tempo. Em 2016, a casa de Jonatas, nos Pimentas, tornou-se espaço de convivência, ensaio e criação. Com poucos recursos, instrumentos e equipamentos improvisados, a banda passou a ocupar praças e espaços públicos, transportando sua estrutura em uma Kombi antiga e encontrando soluções próprias para realizar suas apresentações. Na Praça do Estela, conheceu Higor Andrade, que passou a integrar sua trajetória. A partir das ruas, a Lixo Sonoro ampliou sua atuação para bares, coletivos culturais e outros espaços da cena independente, chegando, em 2017, à Ocupação Cultural Ouvidor 63, em São Paulo, onde participou de atividades e da construção de um estúdio coletivo. A experiência fortaleceu sua relação com a produção colaborativa e com diferentes linguagens artísticas. A trajetória foi marcada também por mudanças de formação, dificuldades, períodos de fragmentação e reconstrução. Em 2020, a banda lançou o videoclipe “Cada Dia” e ampliou sua presença em rádios, podcasts, festivais independentes e plataformas digitais. Em 2023, Leandro Almeida retomou a organização do projeto e investiu na reestruturação dos ensaios, da produção e da circulação, retomando apresentações em espaços públicos, inclusive na Avenida Paulista. Em 2025, após quase uma década de criação, a Lixo Sonoro lançou o álbum A Vida é um Experimento, resultado de anos de composição, colaboração e amadurecimento artístico. O período foi marcado também pela morte de Higor Andrade, compositor, cantor e integrante da trajetória da banda, autor da canção “Fogo na Mata”. Em sua memória, a Lixo Sonoro realizou apresentações em diferentes territórios, ampliando sua circulação. Mais do que uma banda, a Lixo Sonoro se entende como um movimento cultural em permanente construção. Sua relação com a periferia não se limita à origem: o território é parte de sua identidade, de sua forma de criar e de sua visão sobre a cultura. A banda entende que a escassez de recursos impõe dificuldades concretas, mas também pode estimular invenção, autonomia e novas formas de produção artística. Essa visão se expressa nos ensaios abertos, na ocupação de espaços públicos, na aproximação com a comunidade e no diálogo com artistas de diferentes áreas. O próprio nome Lixo Sonoro traduz essa perspectiva: aquilo que foi descartado ou considerado sem valor pode ser ressignificado e transformar-se em criação. A banda leva esse princípio para sua música e para sua maneira de se relacionar com os territórios e com a cultura. Atualmente, com uma trajetória construída entre São Paulo, Minas Gerais e, mais recentemente, Recife (PE), a Lixo Sonoro segue ampliando seus horizontes sem romper com suas raízes. Sua identidade combina experimentação, diversidade musical, criação coletiva, autonomia e cultura periférica, buscando transformar experiências vividas e realidades urbanas em linguagem musical.

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Shiva Cultural LTDA


Brasil

Mercado

O Shiva alt-bar atua desde 2015 em Goiânia como espaço cultural independente, casa de shows e agente de programação e produção musical. Em mais de uma década de atuação contínua, realizou mais de 500 shows e projetos, com experiência em curadoria, contratação, produção executiva, comunicação e realização de eventos. Sua trajetória reúne artistas locais, nacionais e internacionais, incluindo nomes como Otto, Di Melo, Mombójó, Felipe Cordeiro, Bala Desejo, Mundo Livre S/A, além de artistas de Portugal, França, Porto Rico, Argentina, Alemanha, Itália e EUA. Essa diversidade consolidou o Shiva como um espaço relevante para a circulação da música autoral e independente e para a formação de público. Além dos shows, o Shiva realiza e recebe festivais, feiras, exposições, oficinas e ações de articulação cultural, conectando diferentes linguagens e agentes da cadeia criativa. Também integra a Rota Cerrado, rede voltada à circulação artística, cooperação entre espaços e criação de novas conexões entre artistas, produtores e programadores.

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Chilakas Music


Colombia

Agrupación

Cumbia

Salsa

Fusion / Jazz Rock

Chilakas es una agrupación musical que surgió en el 2018 en Colombia, como homenaje a la Cumbia colombiana, en el año 2020 crea una propuesta musical que fusiona la riqueza de los ritmos del caribe como la cumbia y la salsa con música del mundo y géneros como el latin jazz, funk, rock, pop, ska, blues, bossanova, sonidos urbanos y electrónicos, siendo la cumbia la mayor fuente de inspiración como elemento característico de su región. Desde sus inicios, Chilakas ha concebido la música como una herramienta de expresión, reflexión y transformación social. Sus canciones abordan temas como la memoria, la violencia, la paz, la justicia social, el respeto por la diversidad, el medio ambiente y la defensa de los derechos humanos, combinando letras de contenido social con ritmos alegres, bailables y cercanos a diferentes generaciones. En 2023, la agrupación presentó “Renacer”, su primer álbum, un trabajo compuesto por canciones que reflexionan sobre diferentes problemáticas sociales de Colombia y que consolidó la identidad artística del proyecto. El álbum fue presentado en medios culturales y musicales nacionales, destacándose por su combinación de ritmos caribeños, cumbia, salsa, rock y funk y por el carácter social de sus letras. Como parte de esta etapa, Chilakas lanzó “Dime la verdad”, canción inspirada en la memoria de las víctimas del conflicto armado y en la necesidad de verdad, perdón y no repetición. Posteriormente, la agrupación continuó desarrollando una línea de canciones propias que amplían su discurso hacia diferentes problemáticas sociales y ambientales. Entre sus producciones se encuentran “Líderes Sociales”, “Sin Luz No Hay Colores”, “Te lo Canto en Cumbia” y “Ríos de Sed”, canciones que reflejan la evolución de Chilakas hacia una propuesta en la que la cumbia funciona como vehículo para hablar de identidad, diversidad, justicia social, defensa de la vida y cuidado del territorio. “Líderes Sociales” fue publicado como sencillo en 2024, mientras que “Te lo Canto en Cumbia” y “Ríos de Sed” hacen parte de la etapa más reciente de producción de la agrupación. A lo largo de su trayectoria, Chilakas Music ha participado en procesos y escenarios de circulación, formación y creación cultural, fortaleciendo su presencia dentro de la escena independiente de Medellín y proyectando su propuesta hacia otros territorios de Colombia. Entre sus procesos se destacan su participación en Medellín Me Cuida (2020), LEP (2023), Encuentro de la Palabra (2023), Conexiones Sonoras (2023), Festival FUGA y la programación de la Feria de las Flores 2025, además de procesos de creación y circulación apoyados mediante convocatorias públicas de estímulos. En 2024, Chilakas Music también fue reconocida en la convocatoria de Estímulos de Medellín dentro de la categoría de iniciación con la iniciativa “Cumbialogía”, evidenciando el interés del proyecto por fortalecer la relación entre la cumbia, la creación artística y la participación cultural. Actualmente, Chilakas Music continúa desarrollando nuevas composiciones, producciones audiovisuales y formatos de presentación en vivo, con una propuesta que busca acercar la cumbia a públicos contemporáneos y utilizar la música como espacio de encuentro alrededor de la diversidad, la memoria, la justicia social, el cuidado del medio ambiente y la construcción de paz.

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TAZ MUREB


Brasil

Compositor

Trap & Drill

Samba

MPB

Reggaetón & Latin Rap

Taz Mureb é MC, produtora cultural, pesquisadora e gestora cultural brasileira, com mais de 20 anos de atuação na cultura Hip Hop. Sua trajetória é marcada pela criação e desenvolvimento de projetos que articulam música, cultura urbana, formação, memória, feminismo e transformação social. Como artista, possui mais de 50 músicas lançadas e 15 videoclipes, além dos trabalhos “A Farsa” (2009), “Rap de Água Salgada: Queen of Kings” e “Sexo, Café e Mixtape”. Sua produção musical dialoga com o rap, a música popular brasileira, o samba e as culturas afro-brasileiras, abordando questões relacionadas à identidade, gênero, território, ancestralidade e direitos humanos. É idealizadora e coordenadora do RapDiMina, projeto criado em 2008 voltado ao fortalecimento e à visibilidade das mulheres na cultura Hip Hop, atuando nas áreas de formação, produção artística, comunicação e desenvolvimento profissional. Entre suas iniciativas está o RapDiMina LAB de MCs, programa de formação e criação musical que promove encontros, intercâmbios e produção de obras inéditas por mulheres do Hip Hop. Sua atuação também se estende à produção e gestão cultural, tendo desenvolvido projetos, festivais, rodas culturais, residências artísticas e ações de formação em diferentes territórios do Brasil. Foi Superintendente de Cultura da Secretaria Municipal de Cultura de Cabo Frio (2021–2023), atuou na produção de iniciativas culturais de alcance nacional e internacional e participa de projetos de intercâmbio e pesquisa sobre o Hip Hop latino-americano. É reconhecida pela sua atuação na cultura Hip Hop e na cultura popular brasileira, tendo recebido, entre outros reconhecimentos, o Prêmio Funarte Mestre da Cultura Hip Hop e o Diploma Heloneida Studart de Cultura da ALERJ. Atualmente, desenvolve pesquisas e ações de intercâmbio entre artistas e agentes culturais do Brasil e de outros países latino-americanos, utilizando o rap como ferramenta de expressão, memória, formação e construção de redes culturais.

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